A Rede Mater Dei de Saúde (MATD3) registrou lucro líquido de R$ 32,6 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), aumento de 61,5% em relação ao 1T25. No período, a receita líquida consolidada somou R$ 575,0 mi e o EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 130,0 mi.

Em comparação com o primeiro trimestre de 2025, a receita líquida avançou 15,1%, enquanto o lucro bruto cresceu 21,0%, para R$ 173,9 mi, com margem bruta de 30,2%. O EBITDA ajustado subiu 34,6% na mesma base de comparação, elevando a margem EBITDA ajustada para 22,6%, 3,3 pontos percentuais acima do 1T25.

O lucro líquido ajustado atingiu R$ 36,3 mi no 1T26, alta de 79,8% frente ao 1T25, com margem líquida ajustada de 6,3%. O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 44,4 mi, ante R$ 39,1 mi negativos um ano antes, e as despesas gerais e administrativas corresponderam a 12,5% da receita líquida.

Do lado operacional, a Mater Dei manteve média de 1.168 leitos operacionais no trimestre, praticamente estável ante o 1T25, e registrou 82.575 pacientes-dia, avanço de 6,1%. A taxa de ocupação média ficou em 78,6%, com taxa de ocupação paciente day de 84,3%, e o ticket médio atingiu R$ 2,86 mi por leito.

A dívida líquida da Rede Mater Dei de Saúde encerrou o 1T26 em R$ 800 mi, 2,5% acima do 1T25 e estável em relação ao fim de 2025, resultando em relação dívida líquida/EBITDA dos últimos 12 meses de 1,6 vez. Desconsiderando recompras de ações e dividendos, a dívida líquida seria de R$ 705 mi, o que implicaria alavancagem de 1,4 vez o EBITDA dos últimos 12 meses.

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