Na quinta-feira, 7 de maio de 2026, a Vivara (VIVA3) divulgou que registrou lucro líquido de R$ 88,2 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), com margem líquida de 14,8%, ante R$ 122,4 mi no 1T25. A companhia atribuiu a redução do lucro a menores patamares de receita de subvenção ligada à operação de Manaus, maiores despesas financeiras e menor contribuição da linha de imposto de renda.
No 1T26, a receita bruta líquida de devoluções somou R$ 751,8 mi, alta de 13,8% em relação ao 1T25, enquanto a receita operacional líquida atingiu R$ 595,5 mi, crescimento de 10,9% na mesma comparação. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 96,7 mi, queda de 2,1% frente aos R$ 98,8 mi de um ano antes, com margem EBITDA de 16,2%. O EBITDA ajustado permaneceu em R$ 96,7 mi, com margem de 16,2%, ante 18,8% no 1T25.
A companhia informou que, ao ajustar o 1T25 para o mesmo nível de subvenção e tributos do 1T26, o EBITDA desse período anterior seria de R$ 84,8 mi, resultando em margem comparável de 16,2%. Nessa base, o EBITDA do 1T26 apresentaria crescimento de 14,1% ano a ano, com margem estável de 16,2%. A margem bruta do trimestre foi de 69,8%, 2,0 pontos percentuais acima dos 67,8% registrados no 1T25, com lucro bruto de R$ 415,6 mi.
Do lado operacional, a receita bruta foi impulsionada pelas categorias Joias, que alcançou R$ 388,7 mi, alta de 18,1% frente ao 1T25, Life, com R$ 252,8 mi e avanço de 8,2%, e Relógios, que somaram R$ 97,8 mi, crescimento de 17,6%. As lojas físicas responderam por R$ 647,9 mi, aumento de 12,9% ano a ano, com crescimento de vendas em mesmas lojas (SSS, vendas em mesmas lojas) de 9,7%, enquanto o canal digital registrou R$ 97,9 mi, expansão de 16,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
Em relação à estrutura de capital, a dívida líquida da Vivara ao fim do 1T26 foi de R$ 246,6 mi, ante R$ 321,4 mi no 1T25, levando a uma relação dívida líquida/EBITDA ajustado de 0,3 vez, inferior às 0,5 vez de um ano antes. A companhia destacou que a posição de dívida líquida foi impactada pela antecipação, em dezembro de 2025, do pagamento de dividendos referentes a 2025, que normalmente ocorreria em maio.








