A Construtora Tenda (TEND3) registrou lucro líquido consolidado de R$ 183,4 mi no primeiro trimestre de 2026, aumento de 114,5% em relação ao 1T25 e de 75,3% frente ao 4T25, com margem líquida de 15,5%. No mesmo período, a receita líquida consolidada alcançou recorde histórico de R$ 1,1848 bi, avanço de 36,9% sobre o 1T25 e de 0,3% na comparação com o 4T25.

No segmento Tenda, o lucro líquido foi de R$ 216,2 mi no 1T26, alta de 106,2% em relação ao mesmo trimestre de 2025, enquanto a marca Alea registrou prejuízo de R$ 32,8 mi, redução de 34,7% ante o 1T25. Considerando apenas a marca Tenda, o lucro ex-swap foi de R$ 185,0 mi, e o lucro líquido consolidado dos últimos 12 meses somou R$ 448,2 mi (ex-swap), com retorno sobre o patrimônio líquido dos últimos 12 meses de 49,4%.

O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado consolidado atingiu R$ 256,7 mi no trimestre, crescimento de 67,9% em relação ao 1T25 e de 43,2% sobre o 4T25, com margem EBITDA ajustada de 21,7%. No segmento Tenda, o EBITDA ajustado foi de R$ 283,5 mi, 67,0% acima do 1T25 e 20,5% superior ao 4T25, resultado que, anualizado, supera a projeção para 2026 de R$ 950 mi a R$ 1,05 bi; já a Alea teve EBITDA ajustado negativo em R$ 26,8 mi, melhora frente ao 1T25.

O lucro bruto ajustado consolidado somou R$ 420,7 mi no 1T26, alta de 44,5% na comparação anual, com margem bruta ajustada de 35,5%. Desconsiderando o projeto Pode Entrar, a margem bruta ajustada consolidada foi de 37,5%, enquanto a margem bruta ajustada recorrente na marca Tenda, também sem o Pode Entrar, foi de 38,5%. A margem REF na marca Tenda (ex-Pode Entrar), que considera corretagem, provisão de distratos, permutas e correção monetária, alcançou 42,2%, o maior percentual já reportado pela companhia.

A Tenda encerrou o 1T26 com geração de caixa operacional consolidada de R$ 112,2 mi, sendo R$ 129,5 mi na marca Tenda e consumo de R$ 17,4 mi na Alea. Ao excluir recompra de ações e distribuição de dividendos, a geração de caixa total foi de R$ 86,6 mi no trimestre. A dívida líquida consolidada atingiu R$ 324,9 mi, com relação dívida líquida sobre patrimônio líquido e minoritários de 23,9%, enquanto a dívida líquida corporativa sobre patrimônio líquido foi negativa em 4,6%.

Do lado operacional, os lançamentos consolidados somaram R$ 1,4618 bi em Valor Geral de Vendas (VGV) no 1T26, alta de 59,9% em relação ao 1T25, com 15 empreendimentos e preço médio de R$ 230,4 mil por unidade. As vendas líquidas consolidadas totalizaram R$ 1,533 bi, aumento de 40,9% sobre o 1T25, com VSO líquida de 27,6%, enquanto o VGV repassado foi de R$ 1,112 bi, avanço de 44,1% na mesma base de comparação. O banco de terrenos consolidado alcançou R$ 29,075 bi em VGV, crescimento de 24,2% frente ao 1T25, com aquisições e ajustes de R$ 1,9461 bi no trimestre.

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