A Embraer (EMBJ3) registrou receita líquida de US$ 1,447 bi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), crescimento de 31% em relação ao 1T25, quando somou US$ 1,103 bi. No período, o lucro líquido ajustado foi de US$ 28 mi, com margem líquida ajustada de 1,9%.
O resultado operacional medido pelo EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado totalizou US$ 144 mi no 1T26, com margem de 9,9%. O EBIT ajustado foi de US$ 94 mi, equivalente a margem de 6,5%, acima dos 5,6% do 1T25.
Por segmento de negócios no 1T26, a aviação comercial teve receita de US$ 293 mi e margem EBIT ajustada negativa em 10%. A aviação executiva somou receita de US$ 418 mi, com margem EBIT ajustada de 6%. Em defesa e segurança, a receita foi de US$ 227 mi e a margem EBIT ajustada alcançou 17%. Já serviços e suporte registraram receita de US$ 490 mi, com margem EBIT ajustada de 14%.
A carteira de pedidos consolidada atingiu US$ 32,1 bi ao fim do 1T26, acima dos US$ 26,4 bi de um ano antes. No trimestre, foram entregues 10 aeronaves comerciais e 29 jatos executivos, o maior número de entregas para um primeiro trimestre em dez anos, totalizando 44 aeronaves.
A companhia manteve sua projeção para 2026, que prevê receita entre US$ 8,2 bi e US$ 8,5 bi e margem EBIT de dois dígitos. No mesmo ano, o investimento (capex) projetado é de US$ 200 mi ou mais, enquanto a geração de caixa livre ajustada excluindo a Eve foi negativa em US$ 447 mi no 1T26.








