Em quarta-feira, 6 de maio de 2026, a Moura Dubeux Engenharia (MDNE3) divulgou que registrou lucro líquido de R$ 155,5 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), com margem líquida de 24,8% e retorno sobre o patrimônio médio (ROAE) de 27,2%. A receita líquida somou R$ 627,8 mi no período, enquanto o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de R$ 168,4 mi, com margem de 26,8%.
No comparativo com o 1T25, a receita líquida avançou 43,0%, o lucro bruto cresceu 69,3%, chegando a R$ 251,2 mi, e a margem bruta passou de 33,8% para 40,0%. O lucro líquido aumentou 120,9% frente aos R$ 70,4 mi de um ano antes, e a margem líquida subiu de 16,0% para 24,8%.
Do lado operacional, a Moura Dubeux lançou 8 projetos no 1T26, com Valor Geral de Vendas (VGV) líquido de R$ 1,3089 bi, mais que o triplo do volume do 1T25. As vendas e adesões líquidas, considerando apenas a participação da companhia (%MD), totalizaram R$ 1,0343 bi, alta de 87,7% em relação ao 1T25, com distratos equivalentes a 4,1% das vendas e adesões brutas no trimestre.
A companhia encerrou março de 2026 com estoque de 3.990 unidades, avaliadas em R$ 3,8490 bi a valor de mercado (%MD), dos quais apenas R$ 128 mi (3,3%) correspondem a unidades concluídas e R$ 3,721 bi (96,7%) a empreendimentos com entrega prevista entre 2026 e 2030. O banco de terrenos somou VGV bruto potencial de aproximadamente R$ 10,4 bi em 57 terrenos.
A dívida líquida ao fim do 1T26 foi de R$ 84 mi, equivalente a 4,0% do patrimônio líquido, ante 7,8% no 1T25, mantendo a estrutura de capital descrita pela companhia como conservadora. Em evento subsequente, o conselho decidiu descontinuar a proposta inicial de estrutura societária da Ún1ca S.A., passando a Moura Dubeux a deter 100% do capital social dessa subsidiária.








