A Ânima Educação (ANIM3) registrou lucro líquido atribuível aos acionistas controladores de R$ 106,2 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), crescimento de 11% em relação ao 1T25. A receita líquida consolidada somou R$ 1,1204 bi no período, avanço de 7,7% na comparação anual, com desempenho positivo dos segmentos Ânima Core e Inspirali.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado ex-IFRS16 foi de R$ 375,9 mi no 1T26, alta de 4,3% sobre o 1T25, com margem de 33,6%, 1,1 ponto percentual abaixo do ano anterior. O EBITDA ajustado totalizou R$ 450,7 mi, crescimento de 4,4%, enquanto o resultado operacional ajustado ficou em R$ 514,8 mi, 3% acima do 1T25.
No desempenho por segmento, o Ânima Core teve receita líquida de R$ 637,1 mi, alta de 10,6% frente ao 1T25, com crescimento de 10,9% na receita do Ensino Acadêmico. O Ensino Digital registrou receita líquida de R$ 73,1 mi, queda de 5,5%, impactado por restrições do Novo Marco Regulatório na graduação a distância. A Inspirali apurou receita líquida de R$ 410,2 mi, avanço de 6,1% na comparação anual, apoiado em aumento de 4,3% na base de alunos de medicina.
A companhia encerrou março de 2026 com dívida líquida ajustada de R$ 2,9259 bi, abaixo dos R$ 2,9412 bi de março de 2025 e dos R$ 3,0001 bi de dezembro de 2025. Com isso, a alavancagem medida por dívida líquida sobre EBITDA ajustado ex-IFRS16 dos últimos 12 meses recuou para 2,39 vezes, ante 2,63 vezes no 1T25 e 2,49 vezes no 4T25.
A geração de caixa operacional da Ânima Educação no 1T26 foi de R$ 460,4 mi, aumento de 8% em relação ao 1T25, enquanto a geração de caixa da empresa atingiu R$ 299 mi, 14,3% acima do observado um ano antes. Os investimentos (CAPEX) somaram R$ 54,5 mi no trimestre, equivalentes a 4,9% da receita líquida, nível alinhado ao histórico da companhia.






