Na terça-feira, 5 de maio de 2026, a PRIO (PRIO3) divulgou que registrou lucro líquido (ex-IFRS 16) de US$ 460 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), aumento de 33% em relação ao 1T25, apoiado em produção recorde média de 155,4 mil barris por dia e vendas de 14,8 milhões de barris.
No 1T26, a receita total da companhia somou US$ 1,2 bi, 67% acima do 1T25, reflexo do crescimento de 45% no volume vendido e de alta de 5% no Brent médio entre os períodos. O campo de Peregrino respondeu por 44,7% da receita, Albacora Leste por 24,4%, o cluster Valente por 22,0% e o cluster Bravo por 8,9%.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado (ex-IFRS 16) atingiu US$ 852 mi no trimestre, 91% acima do 1T25, impulsionado pelo maior resultado operacional e pela redução do custo operacional por barril. O lifting cost caiu para US$ 9,4 por barril, 27% menor que no 1T25 e 25% inferior ao 4T25, influenciado pela otimização de custos em Peregrino e pelo início da produção de Wahoo.
Os custos dos produtos vendidos (ex-IFRS 16) somaram US$ 161 mi, 25% acima do 1T25, enquanto os royalties e participação especial totalizaram US$ 72 mi, queda de 18% devido ao estorno de provisão de participação especial feita no 4T25. O resultado financeiro (ex-IFRS 16) foi negativo em US$ 128 mi, ante US$ 86 mi negativos no 1T25, impactado por maiores despesas com juros e perda no prêmio de opções de venda (hedges) vencidas em fevereiro.
No trimestre, a PRIO recompra 5,5 milhões de ações e encerra o período com relação dívida líquida/EBITDA ajustado de 2,0 vezes, após aumento de aproximadamente US$ 63 mi na dívida líquida frente ao 4T25, ligado a maior capital de giro, investimentos em Wahoo, perfuração em Polvo, manutenção em Albacora Leste e recompra de ações.








