A Pague Menos (PGMN3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 55,6 mi no primeiro trimestre de 2026, alta de 325,6% em relação ao 1T25, com margem líquida ajustada de 1,3%. Nos últimos 12 meses, o lucro líquido ajustado somou R$ 327,4 mi, o que representa margem de 2,0% da receita bruta.

No 1T26, a receita bruta da rede de farmácias totalizou R$ 4,1 bi, crescimento de 14,4% frente ao mesmo período do ano anterior. O lucro bruto atingiu R$ 1,2 bi, avanço de 17,2% na comparação anual, com margem bruta de 29,5%, 0,8 ponto percentual acima do 1T25.

O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado alcançou R$ 204,7 mi no trimestre, aumento de 36,1% sobre o 1T25 e margem de 4,9%. A companhia informa que este foi o sétimo trimestre consecutivo com crescimento de EBITDA acima de 30%.

Em 31 de março de 2026, a dívida líquida da Pague Menos somava R$ 1,42 bi, enquanto a dívida líquida somada às antecipações de recebíveis totalizava R$ 1,82 bi. A alavancagem medida por dívida líquida mais antecipações sobre o EBITDA ajustado em 12 meses ficou em 1,9 vez, queda de 0,9 vez na comparação com o 1T25.

No trimestre, a companhia investiu R$ 52,3 mi, principalmente em tecnologia e infraestrutura de lojas, centros de distribuição e escritórios. A base de clientes ativos chegou a 22,4 milhões, alta de 3,6% em 12 meses, e as vendas pelos canais digitais representaram 22,2% da receita bruta, com R$ 918 mi em vendas omnichannel.

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