Na quarta-feira, 6 de maio de 2026, a Espaçolaser (ESPA3) divulgou que registrou lucro líquido contábil de R$ 11,9 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), praticamente estável em relação ao 1T25. O lucro líquido ajustado foi de R$ 19,0 mi, com margem líquida ajustada de 6,5%, enquanto a receita líquida ajustada somou R$ 290,2 mi, alta de 0,2% na comparação anual.
No período, a companhia apurou receita bruta de R$ 375,2 mi, avanço de 0,7% sobre o 1T25, e cancelamentos de R$ 38,4 mi, equivalentes a 10,2% da receita bruta. O lucro bruto ajustado atingiu R$ 117,4 mi, com margem bruta de 40,5%. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado totalizou R$ 76,1 mi, queda de 5,1% ante o 1T25, com margem EBITDA ajustada de 26,2%. O EBITDA contábil foi de R$ 79,9 mi, crescimento de 8,3% na mesma base de comparação.
O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 33,5 mi no 1T26, piora de 16,1% frente aos R$ 28,9 mi negativos do 1T25, atribuída principalmente ao menor rendimento das aplicações financeiras. A despesa ajustada com Imposto de Renda e Contribuição Social somou R$ 7,3 mi, redução de 48,8% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. As despesas operacionais ajustadas (antes de depreciação e amortização) ficaram em R$ 41,3 mi, equivalente a 14,2% da receita líquida.
A geração de caixa operacional ajustada alcançou R$ 67,8 mi no trimestre, crescimento de 39,5% na comparação anual, com conversão de 89,0% do EBITDA ajustado em caixa. A relação dívida líquida sobre EBITDA dos últimos 12 meses encerrou o 1T26 em 1,77x, frente a 2,06x um ano antes, o menor nível em 18 trimestres. Em janeiro de 2026, a empresa captou R$ 20 mi em financiamento junto ao BNDES/FINAME, em duas séries com prazo de até 16 anos.
Operacionalmente, o system-wide sales, que considera as vendas brutas totais da rede, somou R$ 459,3 mi no 1T26, alta de 1,6% em relação ao 1T25, com same-store sales também em 1,6%. A companhia terminou o trimestre com 859 lojas no grupo, sendo 809 no Brasil e 50 no exterior. O NPS da marca alcançou 88,7 pontos, 1,7 ponto acima do 1T25, e a Fitch Ratings elevou o rating nacional de longo prazo da companhia de "A- (bra)" para "A (bra)".








