O Banco Pine (PINE4) registrou lucro líquido de R$ 149,9 mi no primeiro trimestre de 2026 (1T26), crescimento de 104% em relação ao 1T25. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) no período foi de 37,9%, calculado como o lucro anualizado dividido pelo patrimônio líquido médio entre dezembro de 2025 e março de 2026.
Em março de 2026, a carteira de crédito totalizou R$ 19,8 bi, aumento de 29% na comparação com março de 2025, alinhado à estratégia de diversificação de receitas e otimização da alocação de capital. O funding somou R$ 23,7 bi, também 29% acima de março de 2025, enquanto o patrimônio de referência atingiu R$ 2,4 bi, alta de 35% na mesma base de comparação.
O índice de Basileia do Banco Pine alcançou 14,8% em março de 2026, 0,9 ponto percentual acima de março de 2025, com carteira expandida de R$ 19,8 bi. O banco destacou ainda caixa livre de R$ 2,6 bi, índice de liquidez de curto prazo (LCR) de 327% e índice de liquidez estrutural (NSFR) de 166%.
A carteira de Varejo Colateralizado, que inclui empréstimos consignados e outros instrumentos com garantias, registrou originação de R$ 3,3 bi no trimestre, com foco em consignado privado, consignado público, FGTS e operações colateralizadas. No Atacado, a instituição manteve foco em operações estruturadas com garantias sólidas, com 91% da carteira colateralizada e distribuição setorial concentrada em segmentos como imobiliário, grãos e logística e transporte.
As receitas líquidas do Banco Pine cresceram ao longo dos últimos trimestres, com combinação de resultado de Atacado e Varejo e avanço do resultado operacional, que atingiu R$ 250,7 mi no 1T26. O índice de eficiência, que relaciona despesas operacionais e receita, ficou em 21,5% no trimestre.





