A semana de 13 a 17 de abril de 2026 foi marcada por uma agenda carregada de investimentos e decisões corporativas envolvendo Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Marfrig (MBRF3). A Petrobras aprovou investimentos no projeto Sergipe Águas Profundas e um aporte de US$ 1 bi na UFN-III, além de confirmar entrada em bloco exploratório em São Tomé, investimentos no projeto Sergipe Águas Profundas, remuneração de R$ 3,20 por ação e uma descoberta de hidrocarbonetos no pré-sal. Já a Vale registrou produção de 69,7 Mt de minério de ferro no 1T26 e aprovou a continuidade das negociações das concessões ferroviárias, enquanto a Marfrig anunciou uma joint venture halal de US$ 2,07 bi, além de o Citi reduzir sua participação para 14,79% na empresa.

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Entre as empresas listadas, houve destaque para movimentos de capital e remuneração ao acionista. A Gafisa (GFSA3) aprovou aumento de capital a R$ 1,48 por ação, enquanto Casas Bahia (BHIA3) aprovou aumento de capital de R$ 93,6 mi e a Sequoia (SEQL3) registrou aumento de capital de R$ 240 mil. No campo de juros sobre capital próprio (JCP, forma de distribuição de resultados que é contabilizada como despesa financeira da empresa), Alpargatas (ALPA4), Copel (CPLE3), Marcopolo (POMO3, POMO4), Banco Pine (PINE3, PINE4), Telefônica Brasil (VIVT3) e Guararapes (RIAA3) anunciaram valores por ação, enquanto Motiva (MOTV3), CSN Mineração (CMIN3) e OceanPact (OPCT3) aprovaram dividendos. Assaí (ASAI3) e Itaú Unibanco (ITUB4) também foram notícia, respectivamente, pelas respostas a consultorias de voto sobre remuneração e pela compra de ativos do BRB, enquanto a Itaúsa (ITSA4) registrou efeito contábil de R$ 700 mi relacionado à Aegea.

O setor de construção e incorporação trouxe uma sequência de indicadores operacionais no 1T26: Cyrela (CYRE3) reportou lançamentos de R$ 1,7 bi e vendas de R$ 2,2 bi; Plano&Plano (PLPL3) registrou VGV de lançamentos de R$ 989 mi; Trisul (TRIS3), Lavvi (LAVV3), Melnick (MELK3), Mitre (MTRE3), Helbor (HBOR3) e Even (EVEN3) divulgaram dados de vendas e lançamentos no trimestre. No segmento de energia e infraestrutura, Eneva (ENEV3) registrou geração bruta de 3,9 mil GWh no 1T26, Brava Energia (BRAV3) anunciou certificação de 611 mi boe em reservas 2P (provas mais prováveis) e Engie Brasil (EGIE3) aprovou repactuação de R$ 2,4 bi em UBP, enquanto Auren Energia (AURE3) aprovou incorporação reversa interna e Vibra (VBBR3) concluiu a saída da joint venture Evolua Etanol.

A semana também teve movimentações societárias e financeiras relevantes em saúde, educação e serviços. Oncoclínicas (ONCO3), que figurou entre as maiores altas da B3, aprovou fomento de até R$ 150 mi com a Lumina, anunciou ação cautelar para suspender dívidas, comunicou o fim das negociações com Porto Seguro (PSSA3) e Fleury (FLRY3), e registrou redução da participação da Josephina III para 14%, enquanto Porto Seguro e Fleury também confirmaram o encerramento dessas conversas. No setor de educação, Vitru Educação (VTRU3) captou R$ 177 mi em oferta de ações, e no de logística e serviços industriais, Priner (PRNR3) protocolou oferta de debêntures de R$ 200 mi e a compra dos 49% restantes da gmaia. JHSF (JHSF3) anunciou a compra do complexo Enjoy Punta del Este, a B3 (B3SA3) registrou alta nos volumes de derivativos em março, e Minerva (BEEF3) concluiu uma emissão de US$ 600 mi em bonds 2036 e outra de R$ 117,4 mi em debêntures, enquanto a Oi (OIBR3) comunicou nova prorrogação da suspensão de dívidas e Simpar (SIMH3) anunciou venda de 45% da Ciclus Amazônia por R$ 121,5 mi e um aumento de capital de até R$ 2 bi.

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