Na divulgação de resultados do primeiro trimestre de 2026, a Romi (ROMI3) apurou EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 7,4 milhões, com margem de 3,3%, e lucro líquido ajustado de R$ 2,4 milhões. A receita operacional líquida somou R$ 220,971 milhões no 1T26, queda de 19,1% em relação ao mesmo período de 2025.
A companhia informou margem bruta consolidada de 25,1% no 1T26, aumento de 0,7 ponto percentual frente ao 1T25, enquanto a margem operacional ajustada (EBIT ajustado) foi negativa em 4,4%. O resultado líquido reportado foi de R$ 2,365 milhões, com margem líquida de 1,1%.
A carteira de pedidos consolidada atingiu R$ 814,236 milhões ao fim de março de 2026, alta de 8,5% em relação ao quarto trimestre de 2025 e leve recuo de 0,4% na comparação com o 1T25. A subsidiária alemã Burkhardt+Weber (B+W) respondeu por R$ 499,086 milhões dessa carteira, avanço de 16,1% em um ano, e registrou receita de R$ 64,919 milhões no trimestre, com margem bruta de 32,2% e margem EBIT de 5,0%.
Na unidade de Máquinas Romi, a receita operacional líquida foi de R$ 121,103 milhões no 1T26, redução de 22,3% sobre o 1T25, com margem bruta de 37,0% e margem operacional ajustada de 3,9%. A unidade de Fundidos e Usinados teve receita de R$ 34,949 milhões, queda de 20,5% na mesma base de comparação, com margem bruta negativa em 29,7% e margem operacional ajustada negativa em 50,9%.
Em posição financeira, a Romi encerrou 31 de março de 2026 com dívida bruta de R$ 555,6 milhões, sendo R$ 373,9 milhões em moeda nacional e R$ 181,7 milhões em moeda estrangeira, e caixa e aplicações financeiras de R$ 383,5 milhões. A posição líquida de caixa foi negativa em R$ 172,2 milhões. A companhia também informou investimentos de R$ 45,109 milhões no 1T26, dos quais R$ 36,0 milhões em máquinas próprias destinadas ao negócio de locação.








