A EcoRodovias (ECOR3) anunciou nesta quinta-feira que sua subsidiária Ecoporto Santos celebrou um contrato de transição de 12 meses com a Autoridade Portuária de Santos (APS), garantindo a continuidade das operações portuárias e de armazenagem no Porto de Santos. O acordo assegura estabilidade operacional para uma das principais unidades de negócio da companhia.
O Contrato de Transição DIPRE-DINEG/11.2025 vigora até maio de 2026 e pode ser renovado caso a licitação para arrendamento da área não seja concluída no prazo. A medida elimina incertezas sobre a operação do terminal localizado na estratégica região do Valongo, na Margem Direita do Porto de Santos, um dos principais corredores de exportação do país.
A garantia de continuidade operacional do Ecoporto ganha relevância especial no contexto atual da companhia, que integra este ativo portuário ao portfólio diversificado de 12 concessões rodoviárias totalizando mais de 4.800 km, reforçando a estratégia de manter ativos de longo prazo com previsibilidade operacional. O terminal portuário representa um diferencial competitivo importante na oferta de soluções logísticas integradas da EcoRodovias.
Segundo o fato relevante divulgado pela EcoRodovias, a celebração do contrato não interfere nos direitos e obrigações do Ecoporto, que se mantêm inalterados para a exploração da instalação portuária. A subsidiária continua operando normalmente as atividades de movimentação e armazenagem de cargas no complexo portuário santista.
O acordo foi firmado nos termos da Deliberação DG nº 40-2025-ANTAQ e da Decisão DIREXE nº 265.2025-APS, demonstrando o cumprimento das exigências regulatórias do setor portuário. Para os acionistas da ECOR3, a renovação representa segurança jurídica e operacional em um ativo estratégico da companhia no segmento de logística portuária, contribuindo para a estabilidade dos resultados em um período em que a empresa registrou crescimento de 15,3% no EBITDA ajustado no primeiro trimestre de 2025.







