O Magazine Luiza (MGLU3) divulgou nesta quinta-feira, 6 de agosto de 2026, que registrou EBITDA ajustado de R$ 708,8 mi no segundo trimestre de 2026 (2T26), com margem de 8,0%. No período, o lucro líquido ajustado foi negativo em R$ 50,4 mi, enquanto o resultado líquido contábil ficou negativo em R$ 72,5 mi.
No 2T26, as vendas totais somaram R$ 14,5 bi, queda de 5,1% em relação ao 2T25. As lojas físicas venderam R$ 5,2 bi, crescimento de 10,3% nas vendas totais, enquanto o e-commerce, incluindo estoque próprio (1P) e marketplace (3P), recuou 11,9%, para R$ 9,3 bi. A receita bruta atingiu R$ 11,1 bi e a receita líquida foi de R$ 8,9 bi, reduções de 2,2% e 2,6%, respectivamente, na comparação anual.
A margem bruta ficou em 30,6% no 2T26, ligeiramente acima dos 30,5% de um ano antes. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 675,3 mi na visão contábil, com margem de 7,6%. As despesas operacionais ajustadas representaram 23,3% da receita líquida, com despesas de vendas equivalentes a 18,5% e despesas gerais e administrativas a 3,8% da receita.
No trimestre, a companhia gerou caixa operacional de R$ 258,8 mi, acumulando R$ 1,6 bi nos últimos 12 meses. Ao fim de junho de 2026, o Magalu apresentava caixa líquido ajustado de R$ 806 mi e posição de caixa total de R$ 5,8 bi, considerando caixa, aplicações financeiras e recebíveis de cartão de crédito disponíveis. A dívida bruta era de R$ 4,9 bi, redução de R$ 1,3 bi em 12 meses.
Na vertical financeira, o volume total de transações processadas (TPV) do Magalupay atingiu R$ 24,7 bi no 2T26. A Luizacred registrou lucro líquido de R$ 135,3 mi no trimestre, com retorno sobre o patrimônio (ROE) anualizado de 23,5%, e carteira de cartão de crédito de R$ 20,2 bi. Já a Magalupay SCFI encerrou o período com carteira líquida de crédito de R$ 429 mi e lucro líquido de R$ 17 mi.







