Na quinta-feira, 30 de julho de 2026, a Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. (PFRM3) divulgou que registrou receita bruta de R$ 4,1 bi no segundo trimestre de 2026 (2T26), o que representa crescimento de 31,4% em relação ao 2T25, impactado pela consolidação de dois meses da 4BIO.
No mesmo período, o EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) alcançou R$ 126,6 mi, alta de 25,4% frente ao 2T25, com margem EBITDA de 3,5%, queda de 0,2 ponto percentual. O lucro líquido ajustado do grupo somou R$ 31,7 mi, avanço de 23,7% na comparação anual.
A margem bruta do grupo foi de 14,9% no 2T26, com lucro bruto de R$ 533,6 mi, crescimento de 23,0% em relação ao 2T25. Excluindo a aquisição da 4BIO, a companhia informa que a margem bruta teria ficado em 16,3%, aumento de 0,2 ponto percentual sobre o ano anterior.
O fluxo de caixa operacional dos últimos 12 meses atingiu R$ 395,7 mi, alta de 84,6% em relação ao período encerrado no 2T25, enquanto o fluxo de caixa livre ficou em R$ 206,4 mi. A dívida líquida encerrou o 2T26 em R$ 897,2 mi, equivalente a 2,2 vezes o EBITDA ajustado dos últimos 12 meses, ou 2,9 vezes quando considerada a 4BIO, com custo médio de CDI + 0,36%.
No trimestre, o ciclo de caixa consolidado da 4BIO foi de 58 dias, redução de 5,4 dias frente ao 1T26, e o grupo reportou investimentos (capex) de R$ 197,9 mi nos últimos 12 meses, concentrados na operação de distribuição, abertura e reforma de lojas da rede d1000 e estrutura da unidade de especialidades.







