PGMN3: cotação hoje, dividendos e indicadores da Pague Menos
Pague Menos · B3: PGMN3
SCORE 7,2Os números de PGMN3 hoje
PGMN3 é a ação da Pague Menos negociada na B3. A ação está cotada a R$ 2,48, acumula -35,42% em 12 meses e apresenta P/L de 5,47, P/VPA de 0,53 e dividend yield de 10,39%. Nos últimos 12 meses a Pague Menos distribuiu R$ 0,26 por ação em proventos.
Cotação
Evolução do preço de PGMN3
Use o gráfico para acompanhar a variação do preço ao longo do tempo.
Análise Fundamentalista de PGMN3 (Pague Menos)
A Pague Menos é uma rede de varejo do setor de Saúde, atuando no subsetor de Comércio e Distribuição, segmento de Medicamentos e Outros Produtos. Com ações negociadas na B3 sob o ticker PGMN3, a empresa opera no comércio de produtos farmacêuticos, perfumarias e itens de higiene e beleza, sem manipulação de fórmulas. Seu modelo de negócio está ligado à operação de farmácias em formato de drugstore, com portfólio diversificado de produtos e serviços voltados ao atendimento de conveniência e saúde básica.
Os fundamentos financeiros divulgados indicam rentabilidade moderada, com ROE em torno de 9,6% e ROIC próximo de 19%, o que sugere retorno razoável sobre o capital em um setor de margens tradicionalmente apertadas. As margens bruta e líquida, de 32,3% e 2,1%, respectivamente, apontam pressão típica do varejo farmacêutico, devendo ser analisadas em conjunto com ganhos de escala. O crescimento da receita líquida em 5 anos acima de 20% ao ano sugere expansão relevante, enquanto a relação Dívida Líquida/EBITDA próxima de 1 vez indica alavancagem considerada contida. A liquidez corrente acima de 1,7 contrasta com liquidez seca mais baixa, o que reforça a importância de observar o perfil de estoques e capital de giro.
A Pague Menos obteve nota 7,2 no Visno Score, patamar que sugere combinação equilibrada entre crescimento forte e alavancagem conservadora. A pontuação elevada em crescimento e endividamento indica que a expansão recente foi feita com controle relativo da dívida, enquanto as notas intermediárias de rentabilidade e liquidez ainda pedem avaliação cuidadosa dos indicadores.
Análise gerada por IA com base na metodologia Visno Score. Dados extraídos de demonstrações financeiras públicas (CVM/B3). Conteúdo informativo — não constitui recomendação de investimento.
Visno Score
Como calculamos o score →Visão dos resultados
Evolução da receita e do lucro líquido
Use o gráfico para visualizar a relação entre o crescimento do negócio e o lucro.
As barras representam a receita; a linha representa o lucro líquido.
Indicadores fundamentalistas de PGMN3
Múltiplos, rentabilidade, endividamento e dividendos de PGMN3, com histórico anual. Os números reportados ficam nas demonstrações financeiras.
| Indicador | Atual | Tendência | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 | 2021 | 2020 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 5,47 | 20,87 | 10,98 | — | 13,70 | 30,34 | 59,89 | ||
| 0,53 | 1,42 | 0,69 | 0,84 | 0,86 | 2,00 | 2,12 | ||
| 10,39 % | 8,38 % | 9,36 % | 4,70 % | — | — | — | ||
| 3,44 | 7,38 | 5,56 | 7,06 | 4,99 | 15,30 | 13,97 | ||
| 2,19 | 4,40 | 2,94 | 3,35 | 3,24 | 8,16 | 7,59 | ||
| 0,11 | 0,28 | 0,15 | 0,20 | 0,19 | 0,74 | 0,58 | ||
| 1,88 | 5,24 | 3,26 | 4,50 | 3,26 | 13,80 | 12,98 | ||
| 0,18 | 0,44 | 0,21 | 0,25 | 0,24 | 0,69 | 0,68 | ||
| 0,21 | 0,40 | 0,26 | 0,32 | 0,29 | 0,82 | 0,63 | ||
| 0,33 | 0,61 | 0,36 | 0,39 | 0,37 | 0,77 | 0,74 | ||
| 5,25 | 20,58 | 5,28 | 9,48 | 5,72 | 46,90 | — | ||
| 85,84 | 269,66 | 7,67 | 55,26 | 79,68 | — | — | ||
| 9,57 | 29,00 | 9,02 | 14,86 | 8,75 | 52,00 | — | ||
| 156,54 | 379,90 | 13,10 | 86,61 | 121,82 | — | — | ||
| R$ 4,72 | R$ 4,30 | R$ 4,58 | R$ 4,72 | R$ 5,08 | R$ 4,68 | R$ 4,25 | ||
| R$ 1,80 B | R$ 4,04 B | R$ 1,84 B | R$ 2,15 B | R$ 1,94 B | R$ 4,15 B | R$ 3,88 B | ||
| R$ 3,27 B | R$ 5,69 B | R$ 3,14 B | R$ 3,36 B | R$ 2,97 B | R$ 4,60 B | R$ 4,18 B | ||
| R$ 6,94 | R$ 5,32 | R$ 5,45 | — | R$ 6,04 | R$ 5,70 | R$ 3,80 |
Demonstrações financeiras de PGMN3
| Indicador | Atual | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 | 2021 | 2020 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| R$ 15,64 B | R$ 14,91 B | R$ 12,64 B | R$ 11,20 B | R$ 8,73 B | R$ 7,53 B | R$ 6,86 B | |
| R$ 5,05 B | R$ 4,76 B | R$ 4,03 B | R$ 3,55 B | R$ 2,78 B | R$ 2,42 B | R$ 2,12 B | |
| R$ 952,60 M | R$ 861,17 M | R$ 574,27 M | R$ 413,46 M | R$ 629,69 M | R$ 373,99 M | R$ 321,78 M | |
| R$ 1,50 B | R$ 1,39 B | R$ 1,09 B | R$ 940,72 M | R$ 991,13 M | R$ 652,65 M | R$ 572,37 M | |
| R$ 328,40 M | R$ 260,28 M | R$ 103,10 M | R$ 2,97 M | R$ 178,60 M | R$ 164,46 M | R$ 96,03 M | |
| R$ 0,45 | R$ 0,29 | R$ 0,29 | R$ -0,04 | R$ 0,32 | R$ 0,31 | R$ 0,15 |
Dividendos de PGMN3
Visão anual
Proventos pagos em cada ano
Use o gráfico para comparar quanto a empresa distribuiu em cada ano.
Histórico de Proventos de PGMN3
4 eventos| Tipo | Data-Com | Valor por Ação |
|---|---|---|
| JCP | 23/12/2025 | R$ 0,26 |
| JCP | 20/01/2025 | R$ 0,25 |
| JCP | 26/01/2024 | R$ 0,30 |
| JCP | 27/01/2023 | R$ 0,19 |
Sobre Pague Menos
- Setor
- Saúde
- Subsetor
- Farmácias e Distribuição
- Situação
- Fase Operacional
- Anos na bolsa
- 6
- Código CVM
- 22608
- CNPJ
- 06.626.253/0001-51
- Dt. últ. preço
- 30/10/2026
- Dt. últ. resultado
- 30/06/2026
- Dt. próx. resultado
- 04/11/2026
- Free float
- 41,79 %
Pague Menos, negociada na B3 sob o ticker PGMN3, é uma rede de varejo farmacêutico fundada em 1981 por Francisco Deusmar de Queirós, em Fortaleza, Ceará. A primeira farmácia foi inaugurada no bairro Ellery e, ainda na década de 1980, a companhia incorporou o conceito de drugstore, ampliando o sortimento para produtos de higiene e beleza e adotando o autosserviço, então incomum no Nordeste, com gôndolas fora do balcão. Ao longo dos anos 1980 e 1990, a empresa introduziu lojas 24 horas, passou a intermediar o pagamento de contas de serviços públicos – atividade que mais tarde seria enquadrada como correspondente bancário pelo Banco Central – e iniciou sua expansão regional, com a abertura da primeira unidade fora do Ceará em 1993, em Natal (RN). Na virada dos anos 2000, a rede intensificou o crescimento orgânico e consolidou práticas de relacionamento com o público, como o Encontro de Mulheres Pague Menos, o lançamento de cartões próprios e a participação em programas sociais de alfabetização em parceria com o governo federal.
A partir dos anos 2000, Pague Menos estruturou um ciclo de expansão acelerada, combinando abertura de lojas, desenvolvimento logístico e reforço de governança. Em 2001, alcançou a marca de 200 lojas; em 2008, inaugurou seu primeiro centro de distribuição em Fortaleza e manteve-se entre as maiores redes de farmácias do país em número de unidades e receita, segundo dados da Abrafarma. Entre 2010 e 2018, a rede passou de pouco mais de 400 para mais de 1.100 pontos de venda, com expansão geográfica para todas as regiões e inauguração de centros de distribuição em Pernambuco, Goiás, Bahia e Minas Gerais, além de uma loja emblemática em Fortaleza, conhecida como “Loja 1000”, com três andares e grande área construída. Em 2015, a entrada da General Atlantic como investidora minoritária marcou a busca por profissionalização adicional da gestão e aprimoramento das estruturas de governança, com criação de comitês, políticas internas e o ingresso de conselheiros independentes.
O IPO realizado em setembro de 2020, na B3, representou um marco na trajetória de Pague Menos, fornecendo capital para uma nova fase de expansão orgânica e inorgânica. Em 2021, a companhia celebrou contrato para aquisição da Imifarma Produtos Farmacêuticos e Cosméticos S.A., dona da marca Extrafarma, então a sexta maior rede de farmácias do país, com cerca de 400 lojas em 10 estados. A operação foi concluída em agosto de 2022 após aprovação pelo CADE e outras condições precedentes. O processo de integração, concluído em 2024, gerou sinergias estimadas em aproximadamente R$ 267 milhões em EBITDA incremental por ano e elevou a escala de atuação, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, onde a empresa passou a consolidar sua presença e reforçar o modelo de hub de saúde. Entre 2021 e 2025, o novo ciclo combinou a abertura de 298 lojas com a incorporação de 391 unidades da Extrafarma, permitindo que a rede alcançasse 1.689 pontos de venda e 10 centros de distribuição ao final de 2025, consolidando-se como a segunda maior rede do varejo farmacêutico nacional em número de lojas, de acordo com a Abrafarma.
O modelo de negócios de Pague Menos concentra-se no varejo de especialidade com foco em saúde e bem-estar, atuando em um único segmento operacional de varejo. A rede segue o conceito de drugstore, com portfólio de aproximadamente 20 mil itens fornecidos por mais de 700 parceiros, distribuídos entre medicamentos de referência e genéricos, sujeitos ou não à prescrição médica, medicamentos isentos de prescrição (OTC), polivitamínicos, vitaminas, dermocosméticos, produtos de higiene, nutrição e beleza. Em 2025, a companhia mantinha mais de 1,5 mil produtos de marcas exclusivas em categorias como higiene pessoal, perfumaria, primeiros socorros, acessórios de saúde e suplementos, que responderam por cerca de 6,2% das vendas no ano. Adicionalmente, opera a unidade AME – Atendimento de Medicamentos Especiais, dedicada a medicamentos de alta complexidade e alto valor agregado, como fármacos oncológicos e para fertilidade, que representaram cerca de 1,3% das vendas em 2025. A empresa trabalha ainda com Programas de Benefícios de Medicamentos em parceria com indústrias farmacêuticas e convênios com mais de mil empresas e planos de saúde, que viabilizam descontos e modalidades de pagamento como desconto em folha.
A companhia estrutura sua atuação como um hub integrado de saúde, combinando produtos farmacêuticos e de bem-estar com serviços clínicos presenciais e digitais. Desde 2016, o projeto Clinic Farma oferece nas lojas serviços de atenção à saúde, como medição de pressão arterial, glicemia, testes laboratoriais rápidos, aplicação de medicamentos injetáveis e vacinação, em linha com as normas sanitárias. Em 31 de dezembro de 2025, o Clinic Farma estava presente em 1.181 unidades. A rede incorporou telemedicina e prescrição digital via plataforma parceira, integrando atendimento médico remoto ao ecossistema de lojas e ao e-commerce. Complementam essa oferta serviços como SAC Farma, ativo desde 2000, que funciona como um canal de orientação sobre uso de medicamentos, posologia e interação medicamentosa, além de esclarecer dúvidas gerais sobre lojas e eventos da marca; entregas em domicílio, recarga de celulares, cartões-conteúdo e outros serviços de conveniência.
Do ponto de vista de canais, Pague Menos adota uma estratégia omnicanal, com forte integração entre lojas físicas e canais digitais. As lojas são o principal canal de vendas e estão distribuídas em mais de 400 cidades, em todos os estados brasileiros, com tipologias adaptadas a diferentes perfis de renda, desde pontos de alta visibilidade e estacionamento em regiões de classe média e alta até unidades em ruas comerciais de grande fluxo de pedestres e presença em shopping centers. O e-commerce opera via website e aplicativo, com funcionalidades como Clique & Retire em todas as lojas, smart lockers em capitais, “prateleira infinita” para entrega de produtos não disponíveis em determinada unidade e programa de assinatura para entregas recorrentes. As vendas digitais incluem também canais de televendas, bastante relevantes no Norte e Nordeste, integração com superapps de entrega de proximidade e uma solução de relacionamento e vendas via WhatsApp com automação e uso de inteligência artificial. Em 2025, cerca de 19,4% da receita bruta foi gerada por canais digitais, refletindo o avanço da estratégia omnichannel.
A operação logística e de suprimentos é apoiada por uma rede de dez centros de distribuição localizados em estados estratégicos, com aproximadamente 131 mil m² de área construída. A gestão de estoques é centralizada e automatizada, com sistemas que consolidam diariamente as vendas de cada loja, recalculam níveis de reposição com base em metodologias estatísticas e monitoram faltas para ajuste de parâmetros. A maior parte das compras é feita diretamente junto a fabricantes, o que reforça a negociação de volumes, condições comerciais e ações promocionais conjuntas, embora distribuidores também sejam utilizados quando apresentam condições mais competitivas ou para garantir níveis de serviço. A logística utiliza operador terceiro com unidades em vários estados, atendimento terrestre para a maior parte do território e transporte aéreo para Amazonas, Roraima e Amapá, com processos de conferência, rastreamento em tempo real e tecnologias de separação como o sistema Pick to Light em alguns centros. Internamente, a companhia vem utilizando inteligência de dados, telemetria e squads multidisciplinares focados em clientes, operações, perdas, digital e gestão de pessoas para apoiar decisões e ganhos de eficiência operacional.
A atuação de Pague Menos está inserida em um ambiente regulatório complexo, típico do setor farmacêutico brasileiro. As atividades de varejo de medicamentos e produtos de saúde são reguladas pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, que envolve o Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e órgãos estaduais e municipais. O funcionamento de farmácias e drogarias deve observar a Lei 5.991/1973 e suas alterações, a Lei 6.360/1976, a Lei 9.787/1999, a Lei 10.742/2003, a Lei 13.021/2014, decretos federais correlatos e normas sanitárias complementares, além de legislações locais que tratam de aspectos como comercialização de produtos de conveniência em drogarias. Em alguns municípios, a venda de determinados itens de conveniência é restrita, o que leva a companhia a, em certos casos, recorrer ao Judiciário para assegurar essa comercialização. O setor também é impactado por regras de precificação de medicamentos, controle sanitário de armazenamento e dispensação, exigência de responsáveis técnicos farmacêuticos e fiscalização contínua das condições de operação das lojas, centros de distribuição e serviços de saúde ofertados. Nesse contexto, Pague Menos estrutura processos para manutenção de licenças sanitárias, cumprimento de normas técnicas e acompanhamento da evolução regulatória que afeta o varejo farmacêutico e os serviços associados.
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Perguntas frequentes sobre PGMN3
Qual a cotação de PGMN3 hoje?
A cotação de PGMN3 em 30/10/2026 é de R$ 2,48. O preço é atualizado conforme os dados mais recentes disponíveis da B3.
PGMN3 paga dividendos?
Nos últimos 12 meses, PGMN3 pagou dividendos e/ou JCP no mês de dezembro, totalizando R$ 0,26 por ação (Dividend Yield de 10,39%). Os pagamentos dependem dos resultados e das decisões do conselho de administração.
Como comprar ações de PGMN3?
Para comprar ações de PGMN3 (Pague Menos), é necessário ter conta em uma corretora com acesso à B3. Após isso, basta buscar pelo código PGMN3 e enviar uma ordem de compra pela plataforma da corretora.
Como analisar as ações de PGMN3?
Para analisar PGMN3, considere indicadores como P/L de 5,47, Dividend Yield de 10,39%, ROE de 9,61%, margem líquida de 2,10%. A avaliação deve incluir comparação com empresas do mesmo setor e o histórico financeiro da empresa.
