Em 13 de outubro de 2025, o Itaú Unibanco informou que publicará os resultados do 3T25 em 4 de novembro, após o fechamento dos mercados, e realizará em 5 de novembro, às 10h (BRT) | 8h (EST), uma reunião interativa com sessão de perguntas e respostas, com participação de Milton Maluhy (CEO), Gabriel Amado de Moura (CFO), Renato Lulia (Estratégia/RI e M&A) e Gustavo Lopes Rodrigues (DRI), com transmissão em português e inglês. Mais do que um aviso de agenda, o encontro tende a funcionar como checkpoint da execução operacional e da comunicação com o mercado, em linha com a atualização estratégica no Panorama Itaúsa e a guidance revisada em agosto (NII com clientes projetada em 11%–14% em 2025), quando a administração destacou prioridades de crescimento, rentabilidade e alocação de capital. Assim, espera-se que a apresentação conecte o desempenho do trimestre a vetores como mix de crédito, spreads, custo de risco e eficiência, além de oferecer leitura sobre sustentabilidade do ROE e eventuais repercussões para a política de proventos, temas centrais da tese do banco.
Outro eixo relevante para o investidor é a gestão de capital. No período recente, o banco combinou resgates e novas emissões para calibrar Basileia, custo e opcionalidade, reforçando capacidade de crescimento orgânico sem abrir mão de disciplina no payout. Nesse contexto, a administração pode detalhar como a emissão de R$ 3 bilhões em Letras Financeiras Subordinadas Perpétuas (AT1), anunciada em 8 de outubro, com impacto estimado de 0,2 pp no Nível 1 se encaixa no plano de capital e nos objetivos de rentabilidade, indicando o balanço entre solidez e retorno à frente do 4T25 e de 2026.







