Nesta terça-feira, 7 de outubro de 2025, a SLC Agrícola comunicou que Álvaro Dilli, diretor de RH e Sustentabilidade, participará ao vivo do Planeta Campo (Canal Rural) em 08/10/2025, às 12h30, para detalhar a iniciativa “SLC anuncia a maior operação de mensuração de carbono do agro brasileiro”. O aviso atende ao Ofício-Circular nº 7/2020-CVM/SEP e é assinado por Ivo Marcon Brum (CFO & IRO). Além de reforçar transparência e RI (telefone +55 51 3230-7797; ri@slcagricola.com.br), o movimento posiciona a agenda climática no centro da estratégia corporativa. Em linha com o padrão de comunicação proativa com stakeholders, a companhia já havia ampliado essa presença executiva em mídia setorial, como na participação do CFO no Mundo Rural Business para discutir a estrutura de capital e o pré-funding do ciclo 2025/26.
Mensurar carbono em larga escala não é fato isolado; é desdobramento operacional de práticas que a SLC vem internalizando. Em 2024/25, a empresa acelerou manejo de solo e agricultura regenerativa, com benefícios econômicos e ambientais, reduzindo dependência de insumos e aumentando resiliência climática. Esse front foi explicitado na expansão de 95% nas culturas de cobertura e na adoção de agricultura regenerativa, integrada ao desenho asset light, ao avanço de hedge e à contratação antecipada de insumos. A partir dessa base agronômica, um inventário de carbono mais robusto permite quantificar ganhos de estoque e emissões, sustentar metas de descarbonização, preparar eventual monetização de serviços ecossistêmicos e informar alocação de capital em áreas e culturas com melhor balanço carbono-margem.
A mensuração crível requer dados, sensores e processos padronizados. A SLC vem elevando a densidade tecnológica e a infraestrutura hídrica, o que viabiliza medição consistente em escala e gestão fina de emissões por talhão. No 2T25, a companhia reportou incorporação da Sierentz, avanço do projeto de irrigação no Oeste Baiano e ROI de R$ 11 para cada R$ 1 investido em agricultura digital, indicando que a digitalização não apenas melhora produtividade e custos, como também cria o backbone de dados para MRV (monitoramento, relato e verificação) de carbono. Isso aumenta a confiabilidade dos números a serem apresentados e a capacidade de auditar indicadores para investidores e clientes globais.
Por fim, mensurar carbono em “escala SLC” tem efeito estratégico: amarra sustentabilidade à expansão produtiva e ao modelo asset light. Ao organizar o próximo ciclo com mais JVs/arrendamentos, tecnologia e irrigação, a empresa amplia base territorial e complexidade operacional – exatamente onde métricas de carbono confiáveis passam a ser fator competitivo e de acesso a mercados. A recente projeção de 836 mil hectares para 2025/26 e a consolidação do modelo asset light com 61% da área via JVs/arrendamentos reforçam que MRV em grande escala pode influenciar mix de culturas, contratos e precificação, conectando ESG a margem e custo de capital.







