Nesta terça-feira, 02/09/2025, a SLC Agrícola informou que o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Ivo Brum, participará do Mundo Rural Business / Rural Pod para discutir “As Estratégias do Diretor Financeiro da SLC Agrícola S/A”. O comunicado atende ao Ofício-Circular nº 7/2020-CVM/SEP sobre divulgação de “participação de executivos em mídias sociais”. A companhia disponibilizou o link de acesso e destacou que o horário não foi informado. A iniciativa reforça transparência e proximidade com o mercado em um momento de execução acelerada do plano de crescimento.
Este movimento dá continuidade à narrativa de estrutura de capital: a presença do CFO tende a detalhar a gestão de passivos e o pré-funding do ciclo 2025/26, inaugurados pela operação de CRA de R$ 900 milhões registrada em 27/08 para alongar a dívida até 2033 a custo competitivo. Voltada a reduzir o custo pós-imposto, suavizar o capital de giro do plantio à colheita e mitigar risco de refinanciamento, a estratégia conversa com o estágio de expansão e com a necessidade de liquidez para projetos estruturantes, mantendo disciplina financeira e governança de comunicação com investidores. Em paralelo, o CFO deve endereçar a evolução da alavancagem, do perfil de vencimentos e dos investimentos, temas que foram centrais no 2T25: alavancagem de 2,33x e duration de 980 dias, com incorporação da Sierentz e pipeline de irrigação.
Ao conectar captação isenta e alongada à execução operacional, a SLC reforça a coerência entre financiamento, escala e produtividade. A participação em mídia setorial é oportunidade para consolidar a tese de que o passivo mais longo e diversificado sustenta hedge elevado, ganhos de eficiência e estabilidade de caixa em um ciclo de crescimento. A decisão alinha-se à reconfiguração do portfólio e da base de ativos, com maior flexibilidade via JVs e arrendamentos, avanço tecnológico e contratação antecipada de insumos — elementos centrais da migração ao modelo asset light e do potencial de 830 mil hectares projetado para 2025/26, que dão previsibilidade às safras e suportam a expansão com menor consumo de capital próprio.







