Na segunda-feira, 18 de agosto de 2025, a Taesa comunicou que sua Diretora Financeira e de Relações com Investidores, Catia Pereira, e o Gerente Executivo de Finanças e RI, Cristiano Prado Grangeiro, participarão do “Genial Analisa”, em 19/08, às 19h (YouTube), em cumprimento ao Ofício‑Circular nº 7/2020‑CVM/SEP. Na pauta, operações, estratégia no país, dividendos, desempenho operacional e das ações na B3, investimentos, expansão, situação financeira e alavancagem. O movimento dá continuidade à política de comunicação ativa com o mercado e reforça a narrativa estratégica apresentada na participação do CEO no Energy Summit de junho, com foco em performance e expansão, quando a gestão já havia sinalizado prioridades operacionais e de crescimento.

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Entre os temas, dividendos devem ganhar destaque porque a companhia aprovou recentemente distribuição relevante. A discussão ocorre na mesma semana em que foram anunciados os proventos de R$ 299,4 milhões aprovados em 13 de agosto (dividendos + JCP), com data‑ex a partir de 19/08 e pagamento em 27/11, reforçando a previsibilidade do negócio de transmissão e o uso do JCP para otimização fiscal. Em um encontro com investidores, a administração pode detalhar a lógica do payout frente ao fluxo de caixa regulatório e ao cronograma de obras, esclarecendo como a cadência de distribuições se sustenta mesmo com as variações de IPCA e CDI.

O tópico de desempenho operacional também dialoga com números recentes que sustentam a capacidade de geração de caixa e a expansão. No 2º trimestre, a Taesa reportou margens elevadas e benefícios do novo ciclo de RAP, além de entrada de projetos e PV mais baixa — pontos que devem ser revisitados no podcast para contextualizar a trajetória. Esse pano de fundo está sintetizado no resultado do 2T25, com margem de 84% e RAP operacional projetada em R$ 4,0 bilhões, a ser capturada integralmente a partir do 3T25, consolidando a virada operacional alicerçada pela entrega antecipada de Pitiguari e pelos reforços na Novatrans.

Ao tratar de investimentos, expansão e alavancagem, a gestão tende a conectar o pipeline de obras à estrutura de capital e ao alongamento do passivo. A companhia vem combinando duration mais longa, indexadores aderentes ao fluxo regulatório e janelas de mercado para otimizar custo, preservando liquidez para execução de obras sem pressionar amortizações no curto prazo. Esse desenho ajuda a ancorar a alavancagem em níveis confortáveis enquanto o CAPEX amadurece e vira RAP, reduzindo a volatilidade de caixa e sustentando o perfil de distribuições. Nesse contexto, destaca-se a 18ª emissão de debêntures de R$ 800 milhões indexadas ao IPCA, que ilustra a disciplina financeira e a capacidade de casar funding com o ciclo regulatório, permitindo acelerar a expansão sem abrir mão de previsibilidade ao acionista.

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