O Banco Pine (PINE3, PINE4) comunicou a abertura do 11º período de exercício dos bônus de subscrição entre 1º e 30 de setembro de 2025, ao preço de R$ 6,00 por bônus. Cada título dá direito à subscrição de 1 ação ordinária e 2 preferenciais, com manifestações via B3 (até 29/9) ou no ambiente escritural (até 30/9). O pagamento ocorre em moeda nacional e as ações serão creditadas na Data de Crédito a ser informada. As novas ações terão os mesmos direitos das atuais, inclusive participação integral em dividendos/JCP. Ao fim do período, o Conselho deliberará sobre a homologação, dentro do capital autorizado. Poderão ser emitidas até 237.175 ON e 474.350 PN, e ainda haverá janelas em dezembro de 2025 (12º período) e março de 2026 (13º período), após as quais os bônus não exercidos expiram.
Este movimento dá continuidade ao programa de capital originado no aumento homologado em 2022, que vem sendo executado em janelas sequenciais de exercício. A disciplina do rito — manifestação, liquidação, homologação e crédito — foi reafirmada no aumento de capital decorrente do exercício de bônus em junho, quando a conversão de PINE11 e PINE13 resultou na emissão de 311 mil novas ações e reforçou o capital sem depender de condições de mercado. Para o acionista, a janela preserva opcionalidade: quem exerce evita diluição e participa do reforço de capital; quem não exerce pode ser diluído, mas se beneficia indiretamente do balanço fortalecido e da previsibilidade do cronograma.
Operacionalmente, o desenho de janelas seriadas sustenta a expansão nas frentes mais rentáveis e com controle de risco, como consignado privado, produtos estruturados e mesa de clientes. Essa conexão entre capital e crescimento fica evidente na robustez de capital e aceleração do crédito reportadas no 1S25, quando o Pine entregou ROAE elevado, NIM resiliente e Basileia confortável, criando espaço para continuar originando sem pressionar métricas prudenciais. Ao mesmo tempo, a sinalização de alocação eficiente — captando quando necessário e devolvendo quando possível — se refletiu na distribuição recorde de JCP aprovada em julho, indicando equilíbrio entre crescimento e remuneração ao acionista. Em síntese, a abertura do 11º período não é um evento isolado: ela consolida a execução de um plano de capital contínuo que financia a expansão, sustenta retornos e reduz incertezas de governança para o investidor.







