PINE4
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- Setor
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- Bancos
- Site
- pine.com
- Situação
- Fase Operacional
- Anos na bolsa
- 19
- Código CVM
- 20567
- CNPJ
- 62.144.175/0001-20
- Dt. últ. preço
- 31/07/2026
- Dt. últ. resultado
- 31/03/2026
- Dt. próx. resultado
- 12/08/2026
- Free float
- 24,86 %
- Outros tickers
- PINE3
Sobre Banco Pine
O Banco Pine S.A. é uma instituição financeira brasileira de capital aberto fundada em 1997 por Noberto Nogueira Pinheiro, integrante de família com longa atuação no mercado bancário desde a criação do Banco BMC em 1939. Com mais de duas décadas de operação, o Banco consolidou trajetória voltada ao crédito corporativo e, mais recentemente, à ampliação da atuação em varejo colateralizado e em operações estruturadas. Em 2007, tornou-se o primeiro banco de médio porte a realizar oferta pública inicial de ações na bolsa de valores brasileira, marco que elevou seu acesso ao mercado de capitais e reforçou a base de capital. As ações do Banco Pine são negociadas na B3 sob os tickers PINE3 e PINE4, e a instituição passou a integrar, em 2012, o Nível 2 de Governança Corporativa da B3, associando-se a compromissos adicionais de transparência e proteção a acionistas minoritários.
Ao longo de sua história recente, o Banco Pine buscou fortalecer sua estrutura de capital por meio de aportes de investidores institucionais internacionais. Em 2012, recebeu aporte de R$ 94 milhões do banco de fomento alemão DEG (Deutsche Investitions- und Entwicklungsgesellschaft), seguido por aumento de capital de R$ 27 milhões em 2013 com a entrada do Proparco (Société de Promotion et de Participation pour la Coopération Économique). A partir de 2017, iniciou processo de digitalização com o lançamento do Pine Online, plataforma digital voltada principalmente a investimentos de renda fixa. Nos anos subsequentes, a instituição avançou em uma estratégia de diversificação de negócios, com foco na alocação eficiente de capital, na expansão de verticais de atacado e varejo colateralizado e na criação de um ecossistema de fintechs e veículos especializados.
O modelo de negócios do Banco Pine é estruturado a partir da intermediação financeira, com ênfase em financiamento e assessoria a empresas de médio e grande porte e em operações de crédito colateralizado para pessoas físicas. No atacado, o Banco oferece crédito corporativo, produtos de tesouraria, soluções de mercado de capitais, operações de câmbio e derivativos, além de estruturas de trade finance, fianças e financiamentos imobiliários. No varejo colateralizado, concentra-se em produtos com garantias formais, como empréstimos consignados públicos e privados, cartão consignado e operações associadas ao FGTS. A receita do Banco decorre principalmente das receitas de intermediação financeira, com destaque para operações de crédito e resultado com títulos e valores mobiliários, complementadas por receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias, em linha com a atuação típica de um banco múltiplo.
A organização operacional do Banco Pine está dividida em dois grandes segmentos internos: Atacado e Varejo Colateralizado. No Atacado, a carteira corporativa é formada majoritariamente por títulos privados estruturados, operações de capital de giro e crédito com garantias reais ou fiduciárias, cessão de recebíveis e covenants contratuais. A carteira apresenta elevado grau de colateralização, com participação expressiva de operações garantidas, distribuídas entre setores como agronegócio (grãos, proteína, açúcar e etanol, insumos agrícolas), imobiliário, logística e transporte, comércio, infraestrutura, indústria e telecomunicações. O Banco também explora receitas de derivativos e câmbio, além de serviços de assessoria financeira e estruturação de operações de mercado de capitais, reforçando a atuação multiproduto. No Varejo Colateralizado, a atuação está ancorada em um modelo multicanal, que combina canais digitais próprios, correspondentes bancários, parcerias com originadores especializados e aquisições de carteiras, com foco em operações de consignado público, INSS, servidores e setor privado, além de cartões consignados e produtos vinculados ao FGTS.
A expansão recente do Banco Pine em varejo colateralizado foi marcada por um retorno estratégico a esse segmento a partir de 2021–2022, com construção gradual de um ecossistema próprio de originação e distribuição. A instituição utilizou aquisições seletivas de carteiras de crédito colateralizado, parcerias com plataformas especializadas e desenvolvimento de canais digitais para ampliar a escala de originação e diversificar o balanço. A parceria com a BYX, uma infratech e plataforma BaaS focada em crédito colateralizado, foi um passo importante, seguida posteriormente pelo investimento acionário na BYX e pela criação da AmigoZ Ltda., fintech dedicada à originação de cartões consignados e benefícios. Em 2025, o Banco reestruturou suas investidas de varejo, alienando a participação na BYX e elevando sua participação na AmigoZ para 99,85%, consolidando essa empresa como canal relevante e escalável de originação dentro do ecossistema digital de varejo colateralizado.
No contexto de mercados de atuação, o Banco Pine opera em ambiente altamente competitivo dentro do Sistema Financeiro Nacional, disputando espaço com bancos de grande porte, instituições de nicho, cooperativas de crédito e fintechs. No crédito corporativo estruturado, posiciona-se em nichos de middle market, priorizando operações com garantias robustas e disciplina de risco. No consignado, insere-se em mercado amplo e regulado, com base de clientes que inclui beneficiários do INSS, servidores públicos e trabalhadores do setor privado, em cenário marcado por evolução regulatória que introduziu plataformas centralizadas de contratação, padronização operacional e mecanismos de portabilidade. A carteira de crédito expandida do Banco reflete predominância de produtos colateralizados de varejo e originação relevante no atacado, com diversificação setorial e foco em mitigação de risco por meio de garantias, o que se traduz em níveis de inadimplência monitorados e provisões para perdas mantidas em patamares considerados conservadores.
Do ponto de vista regulatório, o Banco Pine atua como banco múltiplo sob autorização do Banco Central do Brasil, possuindo carteiras comercial, de investimento, de crédito, financiamento e investimento, além de arrendamento mercantil e autorização para operar câmbio, crédito rural e participação direta no Pix como provedor de conta transacional. A instituição está sujeita às normas do Conselho Monetário Nacional e à supervisão do Banco Central, que abarcam requisitos de capital, limites operacionais, regras de concentração de risco e autorização prévia para alterações societárias relevantes, bem como às regras da Comissão de Valores Mobiliários, que regula o mercado de valores mobiliários no qual suas ações PINE3 e PINE4 são negociadas. A operação está integralmente concentrada no Brasil, sem geração relevante de receita no exterior, e a receita líquida não é dependente de um único cliente, não havendo contraparte individual que represente mais de 10% da receita.
Em governança corporativa, o Banco Pine adota práticas alinhadas ao Nível 2 da B3, que envolvem regras específicas de composição de conselho, direitos de voto e tag along, divulgação de informações e mecanismos de resolução de conflitos societários. A gestão enfatiza a disciplina na alocação de capital, a gestão ativa de risco de crédito e liquidez e a busca por diversificação de fontes de receita entre atacado, varejo colateralizado, serviços e operações de mercado de capitais. A estrutura de funding inclui captações via CDBs, Letras Financeiras, debêntures financeiras e instrumentos de mercado de capitais, além de operações interbancárias, em linha com o perfil de banco de médio porte. A combinação de atuação em crédito corporativo estruturado, varejo consignado e assessoria financeira posiciona o Banco Pine como instituição financeira diversificada dentro do setor bancário brasileiro, com ações listadas e negociadas na B3 por meio dos tickers PINE3 e PINE4.
Perguntas frequentes sobre PINE4
Qual a cotação de PINE4 hoje?
A cotação de PINE4 em 31/07/2026 é de R$ 13,07. O preço é atualizado conforme os dados mais recentes disponíveis da B3.
PINE4 paga dividendos?
Nos últimos 12 meses, PINE4 pagou dividendos e/ou JCP no meses de janeiro, abril, julho, outubro, totalizando R$ 0,98 por ação (Dividend Yield de 7,50%). Os pagamentos dependem dos resultados e das decisões do conselho de administração.
Como comprar ações de PINE4?
Para comprar ações de PINE4 (Banco Pine), é necessário ter conta em uma corretora com acesso à B3. Após isso, basta buscar pelo código PINE4 e enviar uma ordem de compra pela plataforma da corretora.
Como analisar as ações de PINE4?
Para analisar PINE4, considere indicadores como P/L de 6,52, Dividend Yield de 7,50%, ROE de 29,57%, margem líquida de 10,09%. A avaliação deve incluir comparação com empresas do mesmo setor e o histórico financeiro do empresa.
