O Banco Pine (PINE3, PINE4) aprovou em reunião do Conselho de Administração a distribuição de juros sobre o capital próprio no valor bruto total de R$ 24.700.000,00. O montante representa R$ 0,1099374 por cada ação ordinária e preferencial, antes do desconto do imposto de renda. A distribuição evidencia a continuidade da política de remuneração aos acionistas, sendo superior à distribuição de R$ 18,75 milhões em JCP realizada em abril, reflexo direto dos resultados operacionais robustos da instituição.
A decisão, tomada em 4 de julho de 2025, beneficiará os acionistas que estiverem na posição acionária em 16 de julho de 2025. A partir de 17 de julho de 2025, as ações PINE3 e PINE4 serão negociadas "ex" direitos aos juros sobre capital próprio na B3. O timing da distribuição consolida o forte momento operacional iniciado com os resultados recordes do primeiro trimestre de 2025, quando o banco registrou lucro líquido de R$ 73,5 milhões e ROE de 25%.
O pagamento será efetivado em 25 de julho de 2025 através da BTG Pactual Serviços Financeiros, que atua como instituição depositária das ações. Acionistas com cadastro atualizado receberão o crédito automático em conta bancária, enquanto os demais deverão atualizar informações cadastrais. A capacidade de distribuição é também resultado do recente fortalecimento de capital através do exercício de bônus de subscrição em junho, que elevou o capital social para R$ 953,9 milhões com a emissão de 311.198 novas ações.
A distribuição de juros sobre capital próprio é uma forma de remuneração aos acionistas que oferece benefícios tributários à empresa em comparação aos dividendos tradicionais. Para investidores, representa uma fonte adicional de renda de suas posições em ações do Banco Pine.
O mercado acompanha agora o comportamento das ações PINE3 e PINE4 nos próximos pregões, especialmente até a data ex-direitos, quando tradicionalmente ocorre ajuste no preço das ações para refletir a distribuição do provento. Este monitoramento ganha relevância adicional considerando as oscilações atípicas já registradas em junho, quando os papéis dispararam 15,6% em poucos dias, movimento que chamou atenção da B3.







