A CSN Mineração (CMIN3) divulgou nesta quinta-feira, 31 de julho de 2025, seu desempenho ESG do segundo trimestre, destacando a superação da meta de diversidade feminina ao atingir 26,2% de representatividade, acima dos 26% estabelecidos como objetivo para 2025. A mineradora também recebeu o selo ouro do GHG Protocol Brasil pelo terceiro ano consecutivo, reforçando seu posicionamento no mercado de investimentos sustentáveis.
O reconhecimento externo se refletiu na evolução do índice FTSE Russell, que passou de 2,9 para 3,4, enquanto a empresa manteve-se no índice FTSE4Good. Segundo a Sustainalytics, a CMIN ocupa a 6ª posição global no setor entre 157 companhias avaliadas, colocando-se entre as 8% mais bem avaliadas na análise setorial da S&P Global.
Na frente ambiental, a companhia registrou redução de 11% na intensidade de emissões de gases de efeito estufa por tonelada de minério em comparação ao ano-base 2020, caminhando para a meta de redução de 30% até 2035. A intensidade hídrica se manteve em 0,24 m³ por tonelada de minério, abaixo da meta de 0,45 m³ estabelecida para 2032.
Em segurança do trabalho, a CSN Mineração completou mais de 11 anos sem fatalidades, mantendo a taxa de frequência de acidentes totais abaixo de 1,0. O projeto social Garoto Cidadão, da Fundação CSN, recebeu o Prêmio Hugo Werneck de Meio Ambiente & Sustentabilidade na categoria "Destaque Nacional".
Para investidores focados em critérios ESG, os indicadores reforçam o posicionamento da CMIN3 como alternativa no setor de mineração, especialmente considerando a crescente demanda por ativos sustentáveis no mercado brasileiro. A empresa mantém todas as barragens com estabilidade certificada e avançou na descaracterização de estruturas construídas pelo método a montante.







