A Companhia Siderúrgica Nacional - CSN (CSNA3) registrou avanços significativos em seus indicadores ESG no segundo trimestre de 2025, com destaque para a melhoria nas notas do índice FTSE Russell e o cumprimento antecipado da meta de diversidade. A CSN viu sua nota evoluir de 3,4 para 3,7, enquanto a CSN Mineração (CMIN) saltou de 2,9 para 3,4, mantendo ambas as empresas no seleto índice FTSE4Good.
No eixo social, a companhia superou sua meta de diversidade ao registrar aumento de 79% na representatividade feminina em relação ao ano-base de 2020, totalizando 25,6% do quadro funcional. O aumento representa a contratação de mais 520 mulheres em relação ao segundo trimestre de 2024, consolidando os avanços em equidade de gênero.
Na frente ambiental, a CSN alcançou redução de 11% nas emissões de CO2 por tonelada de minério na operação de mineração, comparado ao ano-base de 2020. A siderurgia também registrou queda de 4% na intensidade de emissões por tonelada de aço, enquanto o segmento de cimentos teve redução de 3% nas emissões por tonelada de cimentício.
A companhia firmou um Memorando de Entendimento (MoU) com o Grupo Urca para desenvolver soluções de descarbonização através de biometano e coprocessamento de resíduos. Além disso, pelo 11º ano consecutivo, a CSN recebeu o Selo Ouro no GHG Protocol Brasil e foi reconhecida como Supplier of the Year 2024 pela General Motors pelo terceiro ano seguido.
Os avanços ESG reforçam o posicionamento da CSNA3 entre as empresas com melhor performance em sustentabilidade, fator cada vez mais relevante para investidores institucionais e na atração de capital ESG no mercado brasileiro. Esta evolução na agenda sustentável complementa a significativa recuperação operacional registrada no segundo trimestre, quando a empresa reduziu o prejuízo em 82,2% e alcançou EBITDA ajustado de R$ 2,643 bilhões. A combinação de melhores fundamentos financeiros com performance ESG robusta posiciona a companhia de forma mais competitiva para acessar fontes de financiamento sustentável, elemento estratégico no atual processo de desalavancagem que tem reduzido a dívida bruta em quase R$ 5,7 bilhões no primeiro semestre.







