A Brava Energia (BRAV3) divulgou nesta quinta-feira seus dados operacionais preliminares de janeiro de 2025, registrando produção total de 67.615 barris de óleo equivalente por dia (boe/d), um aumento significativo em relação aos 39.348 boe/d do trimestre anterior.

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O desempenho foi impulsionado principalmente pelos ativos offshore, que atingiram 34.705 boe/d, representando mais da metade da produção total da companhia. A produção onshore manteve-se estável em 32.910 boe/d.

Destaques Operacionais

O campo de Atlanta iniciou produção através do novo FPSO com os poços 6H e 7H, atingindo média de 23 mil barris de óleo por dia nos últimos sete dias do período. O ativo opera com 80% de participação da Brava, após a venda de 20% para Westlawn Americas Offshore em setembro de 2024.

Em Papa-Terra, onde a empresa detém 62,5% de participação, a produção foi retomada em 30 de dezembro, alcançando média de 14,3 mil barris de óleo por dia nos últimos sete dias de janeiro. A companhia concluiu a substituição da bomba centrífuga submersa do poço PPT-51, o mais produtivo do campo.

Desafios Operacionais

No Complexo Potiguar, a produção foi parcialmente impactada por restrições de escoamento e manutenção da Refinaria Clara Camarão. Já no Complexo do Recôncavo, a produção de gás foi afetada pela parada programada da UPGN de Catu e instabilidade no fornecimento elétrico devido a fortes chuvas.

A empresa informou ainda que o Campo de Manati deve retomar produção em março de 2025, segundo atualização do operador.

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