A Usiminas (USIM5) registrou lucro líquido de R$ 243,441 milhões no terceiro trimestre de 2026 (3T26), queda de 43% em relação ao 2T26, quando o lucro foi de R$ 428,182 milhões. No período, a receita líquida de vendas somou R$ 6,202 bilhões, alta de 1% frente ao trimestre anterior, e o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado totalizou R$ 558,017 milhões, redução de 27%, com margem de 9% contra 12% no 2T26.

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O lucro operacional no 3T26 foi de R$ 352,382 milhões, 39% abaixo do registrado no 2T26, com margem operacional de 6%. O resultado financeiro foi negativo em R$ 21,770 milhões, melhora de 51% ante o trimestre anterior, influenciado por ganhos cambiais líquidos de R$ 16,751 milhões, frente à perda cambial de R$ 13,870 milhões no 2T26.

No acumulado de nove meses de 2026 (9M26), a Usiminas apurou receita líquida de R$ 18,205 bilhões, queda de 9% em relação a 9M25, e lucro líquido de R$ 1,568 bilhão, ante prejuízo de R$ 3,039 bilhões em igual período do ano anterior. O EBITDA ajustado entre janeiro e setembro de 2026 atingiu R$ 1,972 bilhão, crescimento de 25% sobre 9M25, com margem EBITDA ajustada de 11%, três pontos percentuais acima do observado um ano antes.

Na divisão de Siderurgia, o EBITDA ajustado do 3T26 foi de R$ 538 milhões, com margem de 10%, enquanto as vendas de aço somaram 1,034 milhão de toneladas, alta de 5% frente ao 2T26. Na Mineração, o EBITDA ajustado ficou em R$ 19 milhões, com margem de 3%, em meio à queda de 18,4% nas vendas de minério de ferro, para 2,014 milhões de toneladas, refletindo menores preços internacionais e a paralisação temporária de uma das plantas.

Ao fim de setembro de 2026, a companhia apresentava caixa e aplicações de R$ 6,747 bilhões e dívida bruta de R$ 6,277 bilhões, resultando em posição de dívida líquida negativa (caixa líquido) de R$ 470,669 milhões. O indicador dívida líquida/EBITDA ajustado encerrou o trimestre em -0,20 vez, ante 0,16 vez em setembro de 2025.

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