Na quinta-feira, 29 de outubro de 2026, a Braskem (BRKM5) divulgou o relatório preliminar de produção e vendas do terceiro trimestre de 2026 (3T26), com dados não revisados por auditor independente. No segmento Brasil, a taxa de utilização de eteno foi de 69%, ante 70% no 2T26 e 65% no 3T25, enquanto as vendas de resinas somaram 854 kt, crescimento de 12% em relação ao 2T26 e de 9% frente ao 3T25.

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No mercado brasileiro, o aumento nas vendas de resinas em comparação ao 2T26 e ao 3T25 é atribuído à execução da estratégia comercial focada na ampliação de participação de mercado em segmentos prioritários. As exportações de resinas atingiram 240 kt, avanço de 37% sobre o 2T26 e de 5% em relação ao 3T25, influenciadas pelo maior volume disponível para exportação.

As vendas de Principais Químicos no Brasil totalizaram 574 kt, queda de 4% ante o 2T26 e de 18% em relação ao 3T25, afetadas principalmente pelo menor volume de gasolina, benzeno e paraxileno. Já as exportações de Principais Químicos somaram 67 kt, altas de 11% frente ao 2T26 e de 56% versus o 3T25, impulsionadas pela maior disponibilidade de produto para venda e por oportunidades comerciais pontuais.

No segmento Estados Unidos e Europa, a taxa de utilização das plantas de polipropileno (PP) foi de 74% no 3T26, contra 76% no 2T26 e 79% no 3T25, reflexo do menor volume de produção na Europa devido a evento climático que restringiu a disponibilidade de propeno. As vendas de PP ficaram em 489 kt, recuo de 2% na comparação com o 2T26 e praticamente estáveis em relação ao 3T25.

No México, a taxa de utilização das plantas de polietileno (PE) alcançou 62% no 3T26, ante 43% no 2T26 e 47% no 3T25, apoiada pelo maior volume de etano importado e pelo aumento do fornecimento de etano pela PEMEX. As vendas de PE no país foram de 159 kt, expansão de 28% frente ao 2T26 e de 9% na comparação com o 3T25, acompanhando a maior disponibilidade de produto para venda.

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