Ao encerrar o pregão desta quarta-feira, o Ibovespa fechou em queda de 0,18%, aos 206.505,98 pontos, após uma sessão de oscilações moderadas em relação às parciais anteriores, quando o índice chegou a recuar cerca de 0,57%. Entre os destaques, Tegma Gestão Logística (TGMA3) avançou 5,19%, cotada a R$ 47,46, enquanto Casas Bahia (BHIA3) ampliou as perdas vistas ao longo do dia e terminou com queda de 24,31%, a R$ 1,09.
Na ponta positiva do pregão, TGMA3 manteve o movimento de alta observado ao longo da sessão, quando já vinha registrando ganhos acima de 4%. Ao fechamento, os papéis encerraram a R$ 47,46, em alta de 5,19%. Outras ações entre as maiores altas foram Anima Educação (ANIM3), que subiu 3,78%, a R$ 5,22, e Raízen (RAIZ4), que avançou 2,78%, a R$ 0,37. Completando a lista, OceanPact (OPCT3) fechou a R$ 10,68, com ganho de 2,69%, e Light (LIGT3) terminou a R$ 3,90, alta de 2,63%.
Do lado das quedas, BHIA3 intensificou o movimento negativo que já havia sido registrado em horários anteriores desta sessão, quando a ação recuava pouco acima de 20%. Ao final do pregão, Casas Bahia fechou em baixa de 24,31%, a R$ 1,09. Americanas (AMER3) também figurou entre as maiores quedas, caindo 10,78%, a R$ 5,71. Lojas Quero-Quero (LJQQ3) encerrou o dia a R$ 2,50, em baixa de 6,72%, enquanto Grupo Pão de Açúcar - GPA (PCAR3) recuou 6,49%, a R$ 3,17, e Portobello (PTBL3) fechou a R$ 2,62, com queda de 6,43%.
Entre os papéis citados recentemente no noticiário corporativo, Americanas concluiu, nos últimos dias, a venda de mais uma loja HNT por R$ 1,875 mi, dentro de um contrato de R$ 69,3 mi envolvendo 10 lojas deficitárias em São Paulo. No caso de Casas Bahia, a empresa divulgou esclarecimentos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre perícia em curso, informando que o laudo é preliminar, não vincula o juízo e não configura fato relevante. Não há, porém, indicação numérica adicional nesta sessão que conecte diretamente esses comunicados aos preços de tela observados hoje.
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