A Oi (OIBR3), em recuperação judicial, informou que em 1º de abril de 2026 o juízo da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro homologou a proposta de R$ 4,5 bi apresentada por fundos do BTG Pactual e pela BGC Fibra para aquisição da unidade produtiva isolada formada pela totalidade da participação da companhia e de sua subsidiária Rio Alto na V.tal – Rede Neutra de Telecomunicações S.A.
Segundo a Oi, a decisão foi tomada após rejeição pelos credores da Opção de Reestruturação I, manifestação contrária do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e manifestações favoráveis do administrador judicial, do observador judicial, da própria companhia e de seu gestor judicial, além do comitê de credores trabalhistas.
O juízo estabeleceu que os proponentes não poderão realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO) da V.tal pelo prazo de 24 meses e esclareceu que a proposta é vinculante, prevendo multa equivalente a 50% do valor ofertado em caso de retirada.
Conforme o plano de recuperação judicial e o edital da UPI V.tal, a Oi seguirá com a implementação da transação, incluindo a negociação de boa-fé e a celebração do contrato de compra e venda e dos demais instrumentos acessórios.
A decisão judicial que homologou, com ressalvas, a alienação da UPI V.tal está disponível nos sites de relações com investidores da Oi e da recuperação judicial, além do sistema Empresas.NET da CVM, e a companhia afirma que manterá o mercado informado sobre os próximos passos.






