Na segunda-feira, 30 de março de 2026, a Melnick (MELK3) aprovou sua 2ª emissão de notas comerciais escriturais, com prazo de até três anos. A operação será feita em até duas séries, sem garantia real ou fidejussória, com valor mínimo de R$ 100 mi e valor total inicial proposto de R$ 125 mi, considerando valor nominal unitário de R$ 1.000 por nota.
O volume poderá ser reduzido em função do não exercício ou exercício parcial da opção de lote adicional de 25% do total da emissão, respeitado o mínimo de 100 mil notas comerciais, equivalente a R$ 100 mi na data de emissão. As notas serão vinculadas a uma operação de securitização de créditos imobiliários, por meio da emissão de certificados de recebíveis imobiliários (CRI) pela Vert Companhia Securitizadora.
Os CRI, lastreados nas notas comerciais, serão objeto de oferta pública de distribuição, conforme a legislação e normas da CVM citadas no comunicado, com intermediação de instituição autorizada a operar no sistema de distribuição de valores mobiliários, ainda a ser definida.
Na mesma data, a Moody’s Local BR atribuiu rating AA.br às notas comerciais da Melnick. Segundo a agência, a emissão de abril de 2026 será de R$ 125 mi, com possibilidade de redução ao montante mínimo de R$ 100 mi, em até duas séries, para colocação privada no contexto da 173ª emissão de CRI da Vert.
De acordo com o relatório da Moody’s Local, a 1ª série das notas não terá atualização monetária do principal e pagará remuneração de 100,5% da variação da Taxa de Depósito Interfinanceiro (DI), com juros trimestrais e amortização do principal em cinco parcelas trimestrais entre abril de 2028 e abril de 2029. A 2ª série também não terá atualização monetária do principal e terá remuneração definida no processo de emissão, limitada à maior taxa entre o percentual equivalente ao DI baseado na curva Pré x DI com vencimento em janeiro de 2029 ou 13,75% ao ano, com o mesmo cronograma de pagamentos de juros e principal da 1ª série.





