A SLC Agrícola comunicou a participação do Diretor Presidente, Aurélio Pavinato, no Fórum Planeta Campo – Especial COP 30 (Canal Rural), reforçando a pauta “Agropecuária Regenerativa como Padrão Global”. O aviso cumpre o Ofício-Circular nº 7/2020-CVM/SEP, foi assinado pelo CFO e IRO, Ivo Marcon Brum, e reitera transparência com o mercado (códigos SLCE3, SLCJY e contatos de RI). Em termos estratégicos, o movimento sustenta a narrativa de que práticas regenerativas e métricas auditáveis estão no centro da proposta de valor da companhia — continuidade da presença executiva em mídia setorial vista na participação de outubro dedicada à maior operação de mensuração de carbono do agro brasileiro.

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Colocar a “regenerativa” como padrão global exige lastro operacional: irrigação para resiliência climática, padronização de processos, governança de dados e digitalização no campo — base de MRV (monitoramento, relato e verificação) de carbono e, potencialmente, de serviços ecossistêmicos. Essa costura entre agronomia, tecnologia e sustentabilidade já foi evidenciada no 3T25, quando a SLC conectou irrigação, dados e MRV de carbono à execução, reportou recordes operacionais e detalhou pilares de expansão sob modelo asset light. Ao alinhar comunicação pública e execução, a empresa prepara terreno para diferenciação comercial em mercados que valorizam rastreabilidade, critérios de elegibilidade climática e contrapartidas ESG.

Ao mesmo tempo, o discurso de regenerativa dialoga com a engenharia de capital e de acesso à terra que dá escala à estratégia. A criação de SPEs com FIPs e os contratos de parceria rural de longo prazo, somados ao pipeline de irrigação em praças-chave, viabilizam produtividade, estabilidade de caixa e padronização de práticas agronômicas em grandes áreas — pré-condições para transformar métricas climáticas em vantagem competitiva. Esse arranjo foi detalhado nos acordos com FIPs administrados pelo BTG Pactual para criar SPEs e firmar parceria rural de 18 anos com remuneração próxima a 19% da produção, além da expansão de irrigação. Assim, a presença do CEO no Planeta Campo funciona como capítulo de posicionamento estratégico: consolida a agenda iniciada, alinha operação, funding e ESG, e reforça a ambição de escalar a agropecuária regenerativa com métricas verificáveis.

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