Nesta sexta-feira, 29 de agosto de 2025, a Marcopolo informou que realizará o Marcopolo Day 2025 em 2 de setembro, com transmissão ao vivo a partir das 8h30 no canal oficial da companhia no YouTube (https://www.youtube.com/@marcopolo_s.a). O encontro reunirá André Armaganijan (CEO), Pablo Motta (Controladoria, Finanças e RI), Ricardo Portolan (Marketing e Comercial – Mercado Interno), José Goes (Comercial – Mercado Externo), João Paulo Ledur (Estratégia) e Luciano Resner (Engenharia) para apresentar cenários, perspectivas de mercado e prioridades estratégicas.
O movimento dá continuidade à agenda de transparência e relacionamento com investidores após os resultados do 2T25, com margens robustas e avanço da expansão internacional. Em um encontro dessa natureza, a companhia tende a detalhar como a internacionalização, o ritmo de entregas e a eletrificação (como a linha de ônibus elétricos) se conectam ao plano de crescimento orgânico e à carteira de pedidos, além de atualizar iniciativas de engenharia e automação. Com alavancagem industrial baixa e ROIC elevado, a discussão de prioridades tecnológicas e geográficas costuma ancorar expectativas para volume, mix (rodoviários, urbanos, Volare) e rentabilidade nos próximos trimestres.
Em alocação de capital, o Marcopolo Day também deve reforçar previsibilidade de remuneração ao acionista e disciplina financeira, em linha com a distribuição de dividendos e JCP aprovada em 21 de agosto de 2025. Ao converter parte do desempenho operacional em proventos ainda durante o exercício, a companhia sinalizou confiança na geração de caixa e preservou flexibilidade para investimento em desenvolvimento de produto e expansão de capacidade. Esse equilíbrio entre crescimento e retorno tende a ser tema central do evento, pois conecta decisões de payout à manutenção de um balanço leve, à gestão de capital de giro e à priorização de projetos com melhor retorno ajustado ao risco.
No eixo societário, a realização do Marcopolo Day dialoga com a renovação e o fortalecimento da base de investidores, marcada pela elevação da participação da Alaska para 20,05%, tornando-se o maior acionista. Em um contexto de maior interesse institucional, encontros públicos e recorrentes com a administração tendem a aprofundar a tese de longo prazo, alinhar expectativas sobre ciclos de demanda (doméstico e externo) e reforçar a governança. Assim, a companhia consolida uma narrativa de execução: resultado forte, retorno ao acionista e engajamento transparente, pilares que sustentam a liquidez do papel e o suporte à estratégia de expansão.







