ISA Energia informou a participação do diretor-presidente, Rui Chammas, em live do Times Brasil CNBC no YouTube, na quarta-feira, 13 de agosto de 2025, às 18h15, em atendimento ao Ofício-Circular nº 7/2020-CVM/SEP. A entrevista abordará “Destaques dos resultados do 2º trimestre de 2025” e “Estratégias da Companhia diante do cenário econômico atual”, e é assinada por Silvia Diniz Wada, diretora executiva de Finanças, Relações com Investidores e Desenvolvimento de Negócios.

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Em termos de conteúdo, a pauta sobre resultados deve detalhar o desempenho do 2T25: lucro líquido de R$ 255,6 milhões (-39,9% a/a), receita de R$ 1.028,6 milhões (-7,5%) e EBITDA de R$ 789,5 milhões (-11,4%), pressionados pela reversão de R$ 275,1 milhões da RBSE após decisão da ANEEL; por outro lado, houve efeitos positivos da revisão tarifária e reconhecimento de R$ 166,3 milhões, além de CapEx acelerado e a entrada antecipada de Água Vermelha. Esses pontos estão sintetizados no resultado do 2º trimestre de 2025, marcado pela reversão da RBSE e pelo avanço do CapEx.

Na frente estratégica, a discussão sobre alocação de capital e custo de financiamento tende a ganhar destaque, já que a companhia intensificou o ciclo de investimentos com foco em expansão regulada e disciplina financeira. O executivo pode detalhar prazos, indexadores e o papel do rating na otimização do custo de dívida, bem como a integração com metas de sustentabilidade e participação no ISE. Esse debate dá continuidade à estratégia de funding que viabiliza o crescimento orgânico contratado, como evidencia a 19ª emissão de debêntures de R$ 580 milhões com rating AAA(BRA) a 6,7% a.a., continuidade do funding para o plano de R$ 8 bilhões até 2028.

Por fim, quando o tema for estratégia e execução operacional, a empresa deve reforçar a expansão do portfólio regulado em corredores de escoamento de renováveis no Nordeste, além do histórico de antecipação de cronogramas observado em Água Vermelha. O cronograma, a RAP incremental e os marcos ambientais são peças centrais desse capítulo, pois sustentam crescimento previsível e diversificado após os ajustes da RBSE e o avanço do CapEx. Nesse contexto, ganha relevância a Licença de Instalação do projeto Serra Dourada, que libera R$ 3,157 bilhões em obras e traz RAP estimada em R$ 322 milhões no ciclo 2025-2026.

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