Nesta terça-feira, 4 de agosto de 2026, a Transmissora Aliança de Energia Elétrica (Taesa – TAEE3, TAEE4, TAEE11) informou que, para o ciclo 2026-2027, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) emitiu os termos de liberação para a energização da Subestação de Encruzo Novo e da linha de transmissão 230 kV Encruzo Novo–Santa Luzia III C1, na concessão Tangará Transmissora de Energia Elétrica. Com essa energização, Tangará passa a adicionar aproximadamente R$ 18,3 mi à sua Receita Anual Permitida (RAP), já acrescida de PIS/COFINS, montante equivalente a 16,2% da RAP total do projeto, com efeitos retroativos a 27 de julho de 2026.
Segundo a Taesa, o empreendimento Tangará já operava parcialmente, com RAP habilitada de cerca de R$ 86,2 mi no ciclo 2026-2027, conforme comunicados anteriores. Com a nova energização, a RAP total habilitada passa a aproximadamente R$ 104,5 mi, já acrescida de PIS/COFINS, o que corresponde a 92,0% da RAP total prevista para o projeto.
O empreendimento está localizado entre os estados do Maranhão e do Pará e reforça a malha de transmissão das regiões Norte e Nordeste. O projeto inclui mais de 265 km de linhas de transmissão, dos quais 72 km em circuito duplo, além da implantação simultânea de múltiplas subestações em diferentes níveis de tensão, o que, de acordo com a companhia, envolveu desafios relevantes de logística.
A Taesa destaca que Tangará foi parcialmente entregue entre 25 e 20 meses antes do prazo regulatório definido pela ANEEL para março de 2028. O empreendimento corresponde ao lote 3 do leilão de transmissão nº 02/2022, realizado em dezembro de 2022, e é 100% controlado pela Taesa, com RAP total de R$ 113,4 mi para o ciclo 2026-2027, já acrescida de PIS/COFINS, e Capex ANEEL de R$ 1.117 mi.






