As ações do Banco Pine (B3: PINE4) dispararam 15,6% entre os dias 9 e 12 de junho, saltando de R$ 5,18 para R$ 5,99, movimento que chamou a atenção da B3 e resultou em pedido oficial de esclarecimentos à instituição financeira.

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A Superintendência de Listagem e Supervisão de Emissores da B3 enviou ofício ao banco questionando as "oscilações atípicas" registradas nos papéis, especialmente após os saltos de 8,08% no dia 11 de junho e 7,30% no dia 12. O volume de negociação também aumentou significativamente, chegando a R$ 3,4 milhões no dia 11. Este movimento repete um padrão observado recentemente, quando a B3 já havia questionado oscilações similares registradas entre abril e maio, período em que as ações também apresentaram volatilidade expressiva.

Em resposta ao regulador, o Banco Pine informou que "não tem conhecimento de qualquer fato ou informação relevante não pública que possa justificar as oscilações mencionadas". A empresa reiterou seu compromisso de manter o mercado informado sobre atos ou fatos relevantes relacionados aos seus negócios. As recentes altas podem refletir o impacto dos resultados recordes do primeiro trimestre divulgados em maio, quando o banco registrou lucro líquido de R$ 73,5 milhões e ROE de 25%, demonstrando forte momentum operacional.

A sequência de altas começou no dia 11 de junho, quando PINE4 abriu a R$ 5,19 e fechou a R$ 5,62, com pico intraday de R$ 5,62. No dia seguinte, as ações continuaram subindo, atingindo máxima de R$ 6,04 durante o pregão. Os investidores devem acompanhar se a empresa divulgará novos esclarecimentos ou fatos relevantes que possam explicar a movimentação dos papéis.

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