A distribuição de R$ 2,8 bilhões em dividendos e JCP no primeiro trimestre de 2025 consolida a trajetória de remuneração consistente aos acionistas do Banco do Brasil, que já havia antecipado R$ 1,9 bilhão em JCP em março, totalizando R$ 4,7 bilhões no período. Esta política mantém-se firme mesmo após o banco ter suspendido suas projeções de lucro para 2025 devido ao agravamento da inadimplência no agronegócio, demonstrando a solidez dos fundamentos financeiros que sustentaram o lucro de R$ 7,4 bilhões registrado no primeiro trimestre.
A base de clientes de 86,7 milhões e os 93,9% de transações digitais refletem a maturidade da transformação tecnológica acumulada desde 2016, quando o BB iniciou seus investimentos de R$ 43 bilhões em digitalização. Este avanço digital se alinha com a estratégia de longo prazo da instituição, que combina inovação tecnológica com sustentabilidade corporativa.
A carteira de negócios sustentáveis de R$ 394 bilhões representa a continuidade do crescimento observado no primeiro trimestre, quando atingiu R$ 393,5 bilhões, reforçando o posicionamento que levou a instituição a ser reconhecida pelo sexto ano consecutivo como o banco mais sustentável do mundo. Este reconhecimento, destacado no Relatório Anual 2024, evidencia como a estratégia ESG iniciada em 2006 se traduziu em resultados concretos e liderança global.
No agronegócio, a manutenção da liderança com R$ 406 bilhões e 50,2% de market share demonstra a capacidade de gestão do banco mesmo diante dos desafios de inadimplência que motivaram a revisão de projeções, sinalizando que a instituição mantém sua posição dominante no setor estratégico da economia brasileira.







