A ENGIE Brasil (EGIE3) anunciou nesta quarta-feira, 7 de maio de 2025, a reeleição de todos os membros da sua Diretoria Executiva para um novo mandato de três anos. A decisão foi tomada por unanimidade pelo Conselho de Administração da companhia, que também aprovou a incorporação da Companhia Energética Estreito na mesma data.

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Além da recondução da diretoria, a empresa comunicou uma mudança estratégica que entrará em vigor a partir de 1º de junho de 2025. Marcos Keller Amboni, atual Diretor de Regulação e Mercado, assumirá o cargo de Diretor de Gestão e Comercialização de Energia, enquanto Gabriel Mann dos Santos, que hoje ocupa a Diretoria de Comercialização de Energia, passará a exercer a função de Diretor de Regulação e Estratégia.

De acordo com o comunicado divulgado pela companhia, a alteração visa aproveitar a complementaridade de conhecimentos e experiências acumuladas pelos executivos em suas respectivas trajetórias profissionais. A ENGIE Brasil destacou que a troca de funções busca fortalecer a sinergia entre as áreas de regulação de mercado e comercialização de energia.

A estratégia da companhia tem como objetivo promover uma visão mais integrada das operações, o que poderá resultar em maior inovação nos processos internos e na criação de valor adicional para seus stakeholders. Esta reorganização ocorre após a empresa registrar lucro de R$ 823 milhões no primeiro trimestre de 2025, com crescimento de 3,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

A ENGIE Brasil Energia é uma das maiores geradoras privadas de energia elétrica do país, com forte atuação em energias renováveis e presente no segmento do Novo Mercado da B3, que reúne empresas com os mais elevados padrões de governança corporativa. Recentemente, a companhia celebrou 20 anos de permanência no Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3, conquistando o 4º lugar geral entre as 82 empresas selecionadas.

Vale destacar que a empresa vem realizando importantes movimentos estratégicos, incluindo a aquisição das Usinas Hidrelétricas Santo Antônio do Jari e Cachoeira Caldeirão por R$ 2,95 bilhões, operação que ampliou seu portfólio de geração renovável. A companhia também anunciou a distribuição de aproximadamente R$ 1,65 bilhão em dividendos referentes ao exercício de 2024, reafirmando seu compromisso com a remuneração dos acionistas.

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