A Hidrovias do Brasil (HBSA3) anunciou em 30 de agosto de 2024 a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para 1º de outubro de 2024, às 14h. A reunião terá como principais objetivos a aprovação de um aumento de capital e alterações no Estatuto Social da companhia.
De acordo com o comunicado, o Conselho de Administração propõe um aumento de capital de até R$1,5 bilhão, por meio de subscrição privada de novas ações. O preço por ação foi fixado em R$3,40. A empresa informou que os recursos serão destinados à implementação de seu plano de crescimento e geração de valor, incluindo projetos de expansão de capacidade e redução do endividamento.
Entre os principais investimentos previstos, a Hidrovias do Brasil (HBSA3) destacou a ampliação da capacidade no Corredor Norte, visando fortalecer seu posicionamento na região e contribuir para o desenvolvimento de uma matriz logística mais eficiente para o Brasil.
Além do aumento de capital, a administração da companhia propôs alterações significativas no Estatuto Social. Uma das mudanças é a exclusão da obrigatoriedade de realização de oferta pública de aquisição de ações por atingimento de participação relevante. Segundo a empresa, essa medida busca facilitar o acesso ao mercado de capitais e evitar obstáculos à valorização das ações.
Outra proposta é a inclusão de uma cláusula que condiciona a aprovação de operações de fusão, cisão e/ou incorporação com acionistas ou empresas controladas por estes à aprovação da maioria dos demais acionistas presentes na Assembleia Geral. A Hidrovias do Brasil (HBSA3) afirmou que essa medida visa assegurar um maior alinhamento de interesses entre os acionistas.
A companhia também propôs a elevação do limite do capital autorizado para R$3 bilhões, com o objetivo de garantir maior agilidade e flexibilidade em futuras capitalizações.
A Hidrovias do Brasil (HBSA3) informou que todos os documentos relacionados à AGE, incluindo as regras e procedimentos para participação e votação, foram disponibilizados nos websites da empresa, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da B3.
A empresa ressaltou que o fato relevante divulgado não deve ser interpretado como uma recomendação de investimento ou uma oferta de compra ou venda de valores mobiliários de sua emissão.







