A Iguatemi (IGTI3, IGTI4, IGTI11) informou nesta segunda-feira, 8 de julho de 2024, que celebrou um acordo de investimento com a Combrashop Cia Brasileira de Shopping Centers para participar da aquisição de ações representativas da totalidade do capital social da BRASC RS Shopping Center S.A. (BRASC), que detém indiretamente 54% do Shopping Center Rio Sul (Shopping RIOSUL), localizado no Rio de Janeiro.
Conforme divulgado pela companhia, a Iguatemi participará da operação em conjunto com o BB Premium Malls Fundo de Investimento Imobiliário de Responsabilidade Limitada (BBIG FII). Inicialmente, a Iguatemi e o BBIG FII subscreverão e integralizarão Certificados de Recebíveis Imobiliários emitidos por uma sociedade da qual a Combrashop detém a totalidade das quotas.
Após a conclusão da operação e o cumprimento de determinadas etapas previstas no Acordo de Investimento, as participações das partes no Shopping RIOSUL serão distribuídas da seguinte forma: Combrashop passará a ser titular de 50,1%, Iguatemi passará a ser titular de 16,6% e o BBIG FII passará a ser titular de 33,3%.
O Acordo de Investimento prevê que a Iguatemi será contratada como administradora do Shopping RIOSUL após a conclusão da aquisição das ações da BRASC pela Combrashop. A companhia destacou que a oportunidade de investimento no Shopping RIOSUL está alinhada à sua estratégia de estar presente nas principais propriedades, nos mercados mais importantes do país, fortalecendo o seu portfólio de ativos.
O investimento da Iguatemi na operação será de aproximadamente R$ 360 milhões, sendo 70% do valor à vista e o restante em duas parcelas anuais iguais corrigidas pela CDI. Segundo a companhia, esse investimento representa um cap rate de entrada de 7,7% sobre o resultado operacional (NOI) estimado de 2024. Considerando as receitas oriundas da administração do empreendimento, líquidas de impostos, estima-se um cap rate implícito de 11,0% e uma taxa interna de retorno (TIR) de 17,1%.
A consumação da operação deverá estar condicionada a determinadas condições precedentes, tais como a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).







