A Dimed (PNVL3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 38,9 mi no segundo trimestre de 2026 (2T26), alta de 39,1% em relação ao 2T25. No período, a receita bruta consolidada do grupo somou R$ 1,635 bi e o EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 88,5 mi, com margem de 5,4% da receita bruta.

No varejo, a receita bruta alcançou R$ 1,631 bi no 2T26, crescimento de 15,8% sobre o mesmo trimestre de 2025. As vendas em mesmas lojas avançaram 13,5% e as lojas maduras cresceram 11,4%, acima da inflação medida pelo IPCA de 4,64% no período. O lucro bruto do varejo foi de R$ 491,3 mi, com margem de 30,1%.

O EBITDA do varejo somou R$ 185,9 mi no 2T26, com margem de 11,4% sobre a receita bruta do varejo, frente a 11,2% no 2T25. A companhia encerrou o trimestre com endividamento líquido equivalente a 0,9 vez o EBITDA dos últimos 12 meses e custo médio da dívida de CDI menos 1,4%, mantendo baixa alavancagem.

No semestre, a receita bruta do varejo totalizou R$ 3,186 bi, avanço de 15,4% ante o primeiro semestre de 2025. O EBITDA ajustado no acumulado de seis meses foi de R$ 169,8 mi, alta de 26,1%, enquanto o lucro líquido ajustado somou R$ 77,5 mi, crescimento de 38,7% na mesma base de comparação.

O canal digital representou 33,7% da receita bruta do varejo no 2T26, com aumento de 9,3 pontos percentuais ante o 2T25 e crescimento de 59,8% nas vendas digitais. O aplicativo Panvel respondeu por 63,4% do faturamento digital, com avanço de 155,9% nas vendas em relação ao 2T25.

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