Na divulgação de resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26), a Lavvi (LAVV3) registrou lucro líquido de R$ 83 milhões, com margem líquida de 16,7%. A receita líquida somou R$ 495 milhões no período, avanço de 3% em relação ao 2T25 e de 33% frente ao trimestre anterior.
No acumulado do primeiro semestre de 2026, a receita líquida atingiu R$ 868 milhões, crescimento de 6% na comparação anual, enquanto o lucro líquido somou R$ 152 milhões, queda de 26% em relação ao mesmo período de 2025. A margem líquida semestral foi de 17,6%, recuo de 7,6 pontos percentuais na base anual.
A companhia reportou margem bruta ajustada de 37,6% no 2T26, 2,7 pontos percentuais acima do 1T26 e 1,3 ponto percentual superior ao 2T25. No semestre, a margem bruta ajustada foi de 36,4%, redução de 1,1 ponto percentual frente ao primeiro semestre de 2025. A receita de vendas a apropriar (backlog) totalizou R$ 3,1 bilhões, aumento de 21% ante o 2T25, com margem bruta a apropriar de 38,8%.
No lado operacional, os lançamentos totalizaram R$ 1,4 bilhão no 2T26, alta de 8% em relação ao 2T25, enquanto as vendas líquidas somaram R$ 875 milhões, crescimento de 12% na mesma comparação. A velocidade de vendas sobre oferta ficou em 22% no trimestre e 50% nos últimos 12 meses. O estoque era de R$ 3,1 bilhões na visão 100%, com 7,2% em unidades concluídas, e o landbank alcançou R$ 9,5 bilhões (R$ 6,9 bilhões na participação da Lavvi).
Em 30 de junho de 2026, a dívida líquida da Lavvi era de R$ 525 milhões, equivalente a 30,6% do patrimônio líquido, e o retorno sobre o patrimônio (ROE) anualizado atingiu 24%. O fluxo de caixa ajustado indicou consumo de R$ 28 milhões no trimestre, ou geração de R$ 72 milhões quando desconsideradas aquisições de terrenos. Como evento subsequente, a companhia informou o pagamento da terceira parcela de dividendos, no valor total de R$ 70 milhões, correspondente a R$ 0,35817654002 por ação, com data‑com em 2 de fevereiro de 2026, data‑ex em 3 de fevereiro de 2026 e pagamento previsto para 14 de agosto de 2026.








