Na terça-feira, 31 de março de 2026, a Azevedo & Travassos Energia (AZTE3) divulgou que registrou prejuízo líquido de R$ 4,537 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25). No período, a receita líquida somou R$ 760 mil e a companhia apurou lucro bruto de R$ 519 mil, com margem bruta de 68,3% sobre a receita líquida.

O resultado operacional foi negativo em R$ 4,533 milhões, enquanto o resultado financeiro ficou em R$ 883 mil negativos. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) no 4T25 foi positivo em R$ 873 mil. O fluxo de caixa operacional do trimestre foi negativo em R$ 961 mil e os investimentos (CAPEX) totalizaram R$ 6,738 milhões.

Em 31 de dezembro de 2025, a Azevedo & Travassos Energia apresentava endividamento bancário de R$ 2,182 milhões, com vencimentos diversos. No trimestre, o imposto de renda e contribuição social somaram R$ 900 mil na forma de imposto diferido e R$ 21 mil de imposto corrente.

No campo operacional, a produção dos ativos da Phoenix atingiu 4.850 barris de óleo equivalente (boe) no 4T25, alta de 13,8% em relação ao trimestre anterior, e a produção total, incluindo os Polos Barrinha e Porto Carão, chegou a 6.900 boe. O poço RAG-8, no Campo de Periquito Nordeste, entrou em produção no período, contribuindo para o aumento da produção de gás natural para distribuidores locais.

Como evento subsequente, em 26 de março de 2026, a companhia assinou acordo de associação com a PVE para criação de uma nova subsidiária (NewCo) que reunirá campos produtores e blocos exploratórios na Bacia Potiguar. A NewCo será incorporada pela Azevedo & Travassos Energia em troca de ações equivalentes a 10,25% do capital social da companhia, operação que ainda depende de aprovação em Assembleia Geral Extraordinária.

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