A Ultrapar Participações (UGPA3) registrou no segundo trimestre de 2026 lucro líquido de R$ 1,677 bilhão, frente a R$ 1,151 bilhão no 2T25, apoiado em maior resultado operacional. A receita líquida chegou a R$ 41,521 bilhões no período, alta de 22% sobre o 2T25, enquanto o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado recorrente somou R$ 3,657 bilhões, avanço de 149% na mesma comparação.
No acumulado do primeiro semestre de 2026, o lucro líquido da Ultrapar foi de R$ 2,591 bilhões, 71% acima do registrado em 2025. A receita líquida atingiu R$ 78,273 bilhões no 1S26, ante R$ 67,417 bilhões no 1S25, e o EBITDA ajustado recorrente somou R$ 5,977 bilhões, frente a R$ 2,651 bilhões um ano antes.
A geração de caixa das atividades operacionais no 2T26 foi recorde, em R$ 4,789 bilhões, contra R$ 939 milhões no 2T25, impulsionada pelo maior resultado operacional e pela liberação de capital de giro na Ipiranga. Desconsiderando R$ 833 milhões em operações de fornecedores convênio (risco sacado), a geração de caixa operacional foi de R$ 3,956 bilhões no trimestre.
O endividamento líquido encerrou o 2T26 em R$ 8,864 bilhões, equivalente a 0,9 vez o EBITDA ajustado dos últimos 12 meses, ante R$ 12,275 bilhões (1,5 vez) no 1T26. Incluindo operações de fornecedores convênio e vendor, a dívida líquida ajustada ficou em R$ 10,886 bilhões, correspondendo a 1,1 vez o EBITDA ajustado dos últimos 12 meses.
No trimestre, o conselho aprovou programa de recompra de até 18 milhões de ações e a companhia distribuiu R$ 1,085 bilhão em dividendos, equivalentes a R$ 1,00 por ação, com rendimento de 3,8% sobre a cotação considerada. A Ultrapar também reportou investimentos de R$ 517 milhões no 2T26, principalmente em Ipiranga, Ultragaz, Ultracargo e Hidrovias, e informou a continuidade de sua inclusão em índices de sustentabilidade, como o ISE B3 e o Dow Jones Best-in-Class Emerging Markets Index.







