Nesta terça-feira, 31 de março de 2026, a Vale (VALE3) informou atualização de projeções de longo prazo, incluindo estimativa de que sua subsidiária Vale Base Metals (VBM) poderá representar aproximadamente 30% a 35% do EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado da companhia a partir de 2035, com base em premissas atuais.
Segundo a empresa, essa projeção considera principalmente preços de longo prazo de cobre, níquel e ouro baseados na média de estimativas de analistas sell-side disponíveis em fevereiro de 2026, além das projeções de produção de minério de ferro, níquel e cobre no longo prazo já divulgadas ao mercado.
Para 2026, a Vale estima que o Fluxo de Caixa Livre da VBM possa ficar em uma faixa aproximada entre US$ 0,4 bilhão e US$ 1,9 bilhão, em termos reais. A faixa tem como base projeções de preços mínimos e máximos de analistas sell-side para cobre (cerca de US$ 11.600/t e US$ 13.200/t), níquel (cerca de US$ 15.000/t e US$ 18.100/t) e ouro (cerca de US$ 4.300/tr. oz e US$ 5.500/tr. oz).
A companhia informou ainda que todas as demais estimativas constantes do item 3 de seu Formulário de Referência permanecem inalteradas e que esse item será reapresentado em momento oportuno com as atualizações descritas, em linha com a Resolução CVM nº 80/2022.
A Vale ressaltou que as projeções divulgadas são estimativas e declarações prospectivas baseadas em premissas e dados hipotéticos, que não constituem promessa ou garantia de desempenho, podendo os resultados efetivos diferir em função de condições de mercado, fatores macroeconômicos, desempenho operacional e outros riscos descritos em seus documentos periódicos arquivados na CVM e na SEC.






