A Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (VAMO3) anunciou nesta quarta-feira, 25 de março de 2026, sua projeção financeira para o ano de 2026. A companhia estima receita líquida consolidada entre R$ 6,3 bi e R$ 6,9 bi e EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado entre R$ 3,75 bi e R$ 4 bi, ante receita líquida de R$ 5,756 bi e EBITDA de R$ 3,635 bi em 2025.

Para 2026, a Vamos projeta taxa de ocupação da frota entre 88% e 92% em 31 de dezembro, frente a 87% em 2025. O capex implantado total, somando compra de ativos novos, programa Sempre Novo e extensão de contratos, deve variar de R$ 4 bi a R$ 5 bi, comparado a R$ 4,2 bi em 2025. A companhia estima ainda receita bruta de venda de ativos entre R$ 1,6 bi e R$ 1,8 bi e capex líquido entre R$ 1,2 bi e R$ 1,9 bi, considerando diferentes combinações de compras de ativos e vendas de seminovos.

A projeção indica depreciação e amortização entre R$ 1,15 bi e R$ 1,2 bi em 2026, acima dos R$ 1,038 bi registrados em 2025. A alavancagem, medida para fins de covenants, é estimada entre 2,9 vezes e 3,1 vezes em 31 de dezembro de 2026, ante 3,2 vezes ao fim de 2025, cálculo que combina diferentes cenários de dívida líquida e EBITDA.

No negócio de locação, a Vamos prevê que o EBITDA crescerá acima do EBITDA consolidado, apoiado no aumento da ocupação da frota e em alavancagem operacional positiva, com diluição de custos e despesas fixas. A companhia informa que a demanda por capex permanece resiliente com novos clientes em diversos setores, enquanto o setor sucroalcooleiro mostra desaceleração em relação a 2025, o que deve levar a uma distribuição mais homogênea de implantação de capex ao longo de 2026 em comparação ao forte volume do primeiro trimestre de 2025.

Na divisão de seminovos, a empresa espera desmobilização de ativos com mix mais diversificado, abertura de novas lojas ao longo de 2026 e manutenção da margem EBITDA entre 0% e 1%, patamar semelhante ao segundo semestre de 2025. Em 2025, a venda de seminovos gerou EBITDA de R$ 50,1 mi, impulsionado por margens mais altas no primeiro semestre, e para 2026 a Vamos projeta que a principal contribuição da venda de ativos será para a desalavancagem e o retorno da companhia, com crescimento de receita em todos os negócios e maior expansão na receita de seminovos.

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