A Telefônica Brasil agendou sua Assembleia Geral Ordinária de 2026 para 16 de abril de 2026, em linha com a Resolução CVM 81/22. Além de aprovar contas e definir a destinação do resultado de 2025, a AGO tende a referendar a política de proventos do exercício e manter o padrão de governança e previsibilidade de calendário que a companhia vem praticando.

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Este movimento consolida a cadência de remuneração anunciada no fim de 2025, quando a Vivo aprovou a declaração de JCP de 16/12/2025, com imputação ao dividendo obrigatório de 2025 a ser referendada na AGO de 2026. Ao posicionar a AGO em meados de abril, a empresa alinha o rito de aprovação do exercício ao cronograma de pagamentos já comunicado ao mercado, reforçando transparência e disciplina.

Na mesma trilha, a companhia antecipou retorno aos acionistas ao efetivar o pagamento dos JSCP do 1º tri em 02/12/2025, imputados ao dividendo obrigatório de 2025 e sujeitos ao referendo da AGO de 2026. A combinação de antecipação de créditos com referendo anual fecha o ciclo de caixa de 2025 de forma organizada, conectando execução operacional, calendário societário e previsibilidade de fluxo ao investidor.

Em paralelo, a manutenção de assembleias com agenda clara sustenta outras decisões de alocação de capital que exigem ritos societários e comunicação padronizada, como a proposta de redução de capital de R$ 4 bilhões, com restituição até 31/07/2026 e cumprimento do prazo legal de 60 dias. No conjunto, a AGO marcada para abril reforça o padrão de governança: calendário estável, processos previsíveis e coerência entre retorno ao acionista e execução da estratégia.

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