Na terça-feira, 25 de novembro de 2025, a Telefônica Brasil (VIVT3) definiu 02/12/2025 como data de pagamento dos JSCP declarados no 1º trimestre de 2025, totalizando R$ 380 milhões: R$ 180 milhões aprovados em 13/02/2025 (base em 24/02) e R$ 200 milhões aprovados em 13/03/2025 (base em 24/03). Os valores por ação somam R$ 0,23438598401 bruto (R$ 0,19922808641 líquido), com liquidação pelo Bradesco; créditos não reclamados em 3 anos prescrevem e revertem à companhia. Os JSCP líquidos serão imputados ao dividendo obrigatório do exercício de 2025, a ser referendado na AGO de 2026.

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Este pagamento consolida a estratégia de retornos recorrentes suportada por geração de caixa e eficiência por ação, já evidenciada no 3T25, quando lucro, caixa e recompras sustentaram proventos e ganhos de produtividade por ação. Ao endereçar a remuneração ainda em dezembro, a Vivo reforça previsibilidade de fluxo ao acionista sem comprometer o avanço em 5G, FTTH e serviços digitais.

Diferentemente de créditos mais recentes cuja janela de desembolso foi projetada para até abril de 2026, a decisão de pagar os JSCP do 1º tri em 02/12 antecipa o retorno e ajuda a conciliar o ciclo de caixa anual com a imputação ao dividendo obrigatório de 2025. O desenho operacional — com datas de corte definidas, pagamento via Bradesco e prescrição em 3 anos — padroniza a experiência do investidor e reduz incertezas.

No pilar de governança de proventos e recompras, a Vivo tem ajustado o valor por ação quando a base muda entre a declaração e a data de corte, como no recalculo de novembro, que elevou o valor unitário após recompras. Esse mecanismo preserva a equidade entre acionistas, evita diluição de quem mantém posição na data de corte e conecta remuneração à otimização da estrutura de capital. Ao explicitar previamente o tratamento contábil e o cronograma de crédito, a companhia também reforça transparência e previsibilidade na execução da política de proventos.

No pano de fundo, a manutenção de um pipeline estável de JSCP decorre de disciplina de capital e simplificação societária que fortalecem margens e caixa, a exemplo da incorporação da IPNet, que simplificou estruturas e reforçou o playbook de remuneração recorrente. Ao reduzir custos indiretos e integrar operações em plataformas de maior retorno, a Vivo sustenta a capacidade de remunerar acionistas enquanto acelera crescimento em adjacências de valor, mantendo coerência entre governança, eficiência e alocação de capital.

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