Em 5 de dezembro de 2025, a Log-In Logística Intermodal (LOGN3) informou que Marcio Arany permanecerá como presidente até 31 de dezembro de 2025 e que, em reunião do Conselho de 4 de dezembro, Marcus Voloch foi eleito presidente com mandato a partir de 1º de janeiro de 2026 até a Assembleia Geral Ordinária de 2027. O Conselho agradeceu os 11 anos de contribuição de Arany — sendo os últimos cinco à frente da companhia —, destacando conquistas, consolidação do crescimento, fortalecimento de governança e valorização do capital humano. Com mais de 27 anos no setor, Voloch traz trajetória em cabotagem, logística internacional e liderança executiva, hoje como vice-presidente de Navegação da Log-In.
Este movimento consolida a estratégia iniciada na atual gestão ao priorizar o core marítimo e a captura de demanda de cabotagem com ofertas integradas. A escolha de um executivo oriundo da Navegação indica continuidade na disciplina operacional que sustentou os resultados recentes, como o ROL recorde e volumes históricos de cabotagem no 3T25, combinados à melhora do lucro líquido e avanços em rotas de feeder e Mercosul. A continuidade na liderança reduz risco de execução, preserva a priorização de margens nas pernas marítimas e reforça a integração de soluções para elevar o share of wallet do cliente. Ao manter o ritmo de expansão com governança fortalecida, a companhia sinaliza foco em crescimento sustentável, calibrando capacidade, rotas e serviços às necessidades do cliente, especialmente no arco Norte. A experiência internacional de Voloch em cabotagem e logística integrada tende a acelerar ganhos operacionais e comerciais, com potencial de sinergias entre navegação, terminais e soluções terrestres.
Esse alinhamento também dialoga com a expansão logística no Polo Industrial de Manaus, onde a subsidiária Tecmar avançou para ampliar armazenagem, pré-stacking e serviços — movimento materializado pela aquisição do imóvel da Gradiente em Manaus para expansão da Tecmar no Polo Industrial de Manaus. A base no Norte complementa as rotas de cabotagem e feeder, fortalecendo o plano de negócios que o novo CEO deverá conduzir até 2027. Em suma, a nomeação não representa ruptura, mas a evolução natural de uma estratégia que combinou ganho de escala marítima, integração logística e governança — pilares destacados pelo Conselho e que sustentaram a recente virada operacional.







