A Auren Energia (AURE3) divulgou na quinta-feira, 7 de agosto de 2025, EBITDA Ajustado recorde de R$ 2,2 bilhões no primeiro semestre, representando crescimento de 40% em relação ao mesmo período de 2024. No segundo trimestre, o EBITDA atingiu R$ 981 milhões, alta de 18% na comparação com o 2T24 proforma.
A companhia também avançou na desalavancagem, com a relação Dívida Líquida/EBITDA caindo para 4,8x no 2T25, redução de 0,2x em relação ao trimestre anterior e de 0,9x desde a conclusão da aquisição da AES Brasil em outubro de 2024.
A geração de energia dos ativos próprios totalizou 3,2 GW médios no 2T25, crescimento de 15,3% ante o mesmo período do ano anterior. Destaque para os ativos eólicos, que produziram 1,3 GW médios, superando 102,1% da certificação P90 pelo segundo trimestre consecutivo.
A companhia capturou R$ 54,5 milhões em sinergias recorrentes no 2T25, totalizando R$ 154 milhões desde a conclusão da aquisição da AES Brasil. A integração dos ativos incorporados avança na etapa final, com previsão de conclusão até dezembro de 2025, confirmando a execução de uma das duas prioridades estratégicas definidas no Auren Day 2025, quando a companhia detalhou sua visão para o setor em transformação.
Em julho, a Auren finalizou seu plano de liability management com emissões de R$ 3,25 bilhões, que serão utilizadas para liquidar antecipadamente o acquisition finance de R$ 2,2 bilhões e financiar a construção de Cajuína 3. A comercializadora também celebrou contratos recordes de 200 MW médios com preço superior a R$ 220/MWh, alinhando-se com as projeções de precificação apresentadas em sua análise setorial, que indicava custos nivelados entre R$ 214-280/MWh para projetos eólicos. Os resultados comerciais robustos foram alcançados mesmo com a transição na liderança da área de Clientes e Comercialização, demonstrando a solidez dos processos e estratégias implementadas.







